sábado, 7 de junho de 2014

Técnico da Holanda é aplaudido na Gávea após bronca no time.









Van Gaal se irritou no primeiro treino técnico comandado por ele no Brasil. Durante a atividade, realizada sem goleiros, o treinador deu bronca em seus atletas e acabou recebendo aplausos dos curiosos presentes à Gávea.

Apesar do apoio ao técnico, os jogadores também puderam se sentir em casa. Vários tiveram seus nomes gritados pelos torcedores. O Flamengo, dono da casa, também foi lembrando com os gritos de "Mengo".

O time titular trabalhou com Janmaat, Vlaar, De Vrij e Bruno Martins Indi; Blind, de Jong, Clasie e Sneijder; Robben e Van Persie.

Clasie substituiu De Guzmán, provável titular de Van Gaal e que se encontra com um problema na coxa esquerda.

Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Tecnico-Holanda-aplaudido-Gavea-apos-bronca-time.html

Santos entra na briga com Flamengo por Fernandinho.









O Santos abriu a parada do Brasileirão para a Copa do Mundo disposto a reforçar o elenco e mudar sua realidade no segundo semestre. Com vários nomes na mira, a diretoria tem dividido os esforços, e espera anunciar antes da reapresentação, dia 16, as novidades à disposição de Oswaldo de Oliveira. Os quatro jogadores que estão no alvo da diretoria santista no momento são: Dória, zagueiro do Botafogo, os meio-campistas do Cruzeiro Marlone e Souza, e o atacante Fernandinho, que rescindiu com o Atlético-MG.

O último nome da lista foi citado na última reunião do Comitê de Gestão, e agradou. Desde que ele rescindiu seu contrato de empréstimo com o Galo, no fim do mês passado, a diretoria do Peixe procurou o Al Jazira (EAU) e conseguiu baixar a pedida de 3,5 milhões de euros (R$ 10,7 milhões) por 100% do jogador. O Alvinegro estuda agora um parceiro para investir na contratação, já que não tem recurso disponível.

Fernandinho deixou o Atlético-MG sem completar sete jogos no Brasileirão porque sabia que o clube não desejava comprar seus direitos do Al Jazira. O LANCE!Net ouviu pessoas próximas ao jogador, e ele não gostaria de voltar aos Emirados Árabes, mas sim de atuar no Brasil.

O Al Jazira não está disposto a emprestá-lo novamente.

Fonte: Lancenet


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Santos-entra-briga-Flamengo-Fernandinho.html

Relembre como Flamengo e Holanda fecharam parceria.










A Gávea mudou para se tornar a casa da Holanda durante a Copa do Mundo no Brasil. E saltou aos olhos de quem sempre frequentou a sede rubro-negra. Mas o gramado impecável, a área de convivência e os vestiários reformados fizeram parte não de um simples acordo. Mas de um projeto nascido há pouco mais de oito meses e celebrado com um chope entre dirigentes rubro-negras e o técnico holandês, Louis van Gaal.

Em outubro de 2013, o clube rubro-negro foi procurado pela Federação Holandesa para saber se haveria condições de tornar o local a sede de uma das finalistas da última Copa do Mundo. Com a resposta positiva, coube ao técnico Louis van Gaal desembarcar no Rio de Janeiro para avaliar as instalações. Ao técnico foram oferecidas até mesmo as dependências do Ninho do Urubu. Mas a distância do CT rubro-negro para a Zona Sul carioca - cerca de 30km - colaborou para a preferência do técnico pela Gávea.

Seriam necessários reajustes, mas a sede rubro-negra seria, sim, a casa da Holanda. Acordo feito, projeto batizado "Gávea KNVB Brasil" e para ser celebrado. Louis van Gaal foi convidado para tomar um chope com os dirigentes rubro-negros, como o então vice de futebol, Wallim Vasconcellos, e o vice de administração, Cláudio Pracownik. Topou. E a parceria entre rubro-negro e holandeses atravessou, literalmente, a rua para refrescar o gogó. van Gaal, segundo relatos, estava satisfeito.

Mas a Federação Holandesa ficou em cima. A partir de abril deste ano, quando as obras começaram, houve vistorias permanentes. Quinzenalmente, representantes holandeses desembarcavam na Gávea para acompanhar as reformas e repassar à comissão técnica. Os valores, no entanto, são mantidos em sigilo. Mas foram divididos em três partes. Gramado e seu entorno ficaram a cargo dos holandeses.

Vestiários e uma quadra abaixo da arquibancada, local da sala de entrevistas coletivas, couberam ao Comitê Organizador Local (COL) da Copa. A verba nem mesmo passava pelo clube rubro-negro e era diretamente enviada às empresas responsáveis. O Flamengo arcou com a área de convivência. E a Praça Carlinhos, ex-técnico e jogador do clube, passou a se chamar "Carlinhos Square" em uma das placas indicativas.

"Eles foram muito simpáticos, acessíveis. Eles estiveram muito presentes durante a obra. Deixaram um time aqui. Eles supervisionaram bem a obra. Estamos orgulhosos em tê-los aqui", disse o diretor de administração do Flamengo, Marcelo Helman, responsável pelo projeto com a Holanda.

O gramado, talvez em qualidade nunca vista antes, não foi replantado. Sob a batuta da empresa Greenleaf, a mesma que cuida do Maracanã, foi feita uma raspagem, aproveitando as mudas existentes e finalizado com adubo. O campo da Gávea, agora, brilha. A proximidade com o hotel da delegação holandesa, em Ipanema, também agrada. A segurança ficou ao cargo do COL.

"Estamos felizes com a estrutura e o que nos foi oferecido pelo Flamengo, um dos maiores clubes do Brasil. Temos todas as condições aqui", elogiou o técnico holandês, Louis van Gaal.

Equipamentos como bicicletas ergométricas, trazidos pelos holandeses, podem permanecer como legado ao clube, mas ainda não é certo. Mas nem mesmo os sócios rubro-negros têm acesso liberado. Ao redor do gramado foram colocadas placas que impedem a visão. Da Gávea, a Laranja Mecânica viaja para outros locais para os jogos e, em seguida, volta para a toca.

Mas neste sábado, a Holanda dá uma brecha: o treino será aberto ao público e 500 ingressos foram doados à prefeitura e ao Governo do Rio, que os repassaria a instituições carentes. Tudo para ver o resultado de um projeto que começou com um chopinho, do outro lado da rua, com ninguém menos do que Luis van Gaal.

Fonte: ESPN


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Relembre-como-Flamengo-Holanda-fecharam-parceria.html

Vídeo: Seleção da Holanda faz seu 1º treino no Flamengo.











SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Video-Selecao-Holanda-faz-1-treino-Flamengo.html

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Faxina urgente!









Wallim caiu???? Que tenha machucado pelo menos. INCOMPETENTE!

Mas não pode ser só ele não, Pelaipe ralou, Wallim ralou, tá faltando mais gente nessa barca.

Sr BAP o grande rubro negro que se emociona diante de um microfone vai se pronunciar? O "clube" vai continuar usando os ridículos chapas branca para divulgar a palavra do profissionalismo? Quer falar de gestão nos negócios, vai no Show Business. Aliás isso por si só já deveria ser de rolar de rir, pegar um chapa branca mor, e USAR para divulgar a palavra na rede. Tudo sem remuneração, sem vínculo, mas com informação privilegiada e com caráter propagandista. Covardia pouca é bobagem.

E nosso presidente? O ÚNICO a quem ainda, AINDA, tenho respeito. Entrou de bucha no processo eleitoral, e de arquibaldo virou presidente. Respeito sim, mas sr Eduardo, tá na hora daquele SOCO NA MESA. Quem manda nessa porra é o senhor. Se não aguenta, por que topou a encrenca?

Agora tem quem crucifique o Ney Franco, o péssimo Ney Franco. Mas até parece que o Jayme era melhor. Devo lembrá-los que o Jayme participou da montagem do elenco para essa temporada. E não me venham falar de Elias, porque além dessa porra de jogador não ser nenhum Zico, só ele não resolveria o time. Sr Jayme de Almeida concordou com esse elenco. No mínimo ao continuar à frente da trupe, compactuou com a manutenção desse escrete.

Na moral, ótimo o Flamengo ficar em penúltimo, torci pro Figueira nos passar inclusive. SOMENTE ASSIM há alguma esperança de melhora. Senão seria mais um período desses INCOMPETENTES tentando defender a situação do clube com a Copa do Brasil 2013, Carioca 2014, CNDs e afins. Nem duvido que ainda assim, atrás de CHAPECOENSE, VITÓRIA, CORITIBA, SPORT, BAHIA, CRICIÚMA, esses incríveis seres venham tentar defender a administração.

Não basta honestidade, senhores. Isso é o mínimo. Há de se ter COMPETÊNCIA! Se o foco é APENAS financeiro, vocês que contratassem profissionais no futebol, porque o Flamengo sem futebol é PORRA NENHUMA, ninguém quer torcer pra remo e nem só para o basquete.

Flamengo é terra de ninguém, passa de uma administração lamentável nas finanças para outra lamentável no futebol. E daqui a pouco a culpa é do torcedor, novamente, que não abriu o rabo suficiente pra receber a trolha de um time péssimo, montado a peso de ouro, e extremamente CARO de assistir.

SEUS INCOMPETENTES ALMOFADINHAS.

Em tempo.... rindo muito de gente vendida que está puta com o Flamengo e não pode se manifestar por rabo preso. Nada é mais valioso do que a independência. FODAM-SE!

Leomagamon
leomagamon@magiarubronegra.com.br

Fonte: Magia Rubro-Negra


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Faxina-urgente.html

Flamengo estaria interessado no lateral Milton Casco.










A diretoria do Flamengo pensa na contratação de um lateral-esquerdo para a sequência da temporada. Querendo se desfazer de André Santos, o Fla colocou em sua mira a contratação do argentino Milton Casco.

A parte de salários com o jogador não é o entrave, porém a compensação que o atual clube do jogador quer é considerado muito alta. O Newell's Old Boys (clube do atleta), quer pelo jogador cerca de R$ 10 milhões.

Fonte: Totalmente Rubro-Negro


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Flamengo-estaria-interessado-lateral-Milton-Casco.html

Neto aposta no Fla e convoca Seleção para o Sul-Americano.









Gege, Benite, Olivinha e Cristiano são o Flamengo no Sul-Americano de Basquete. Responsável por comandar a seleção brasileira no torneio, José Neto convocou 16 atletas para integrarem o grupo brasileiro na competição. O auxiliar de Ruben Magnano apostou na força do atual campeão do NBB e confia no quarteto rubro-negro para comandar o Brasil no campeonato.

Marcado para acontecer entre os dias 24 e 28 de julho na Ilha de Margarita, na Venezuela, a competição é a última antes da Copa do Mundo, que acontece em agosto. Com apresentação marcada para o dia 29 de junho, Neto mostra uma grande expectativa pelo grupo escolhido junto ao técnico Ruben Magnano.

“Essa lista foi feita por mim e pelo Rúben (Magnano) com base nas observações da última temporada. É um grupo com experiência em seleção brasileira e com bagagem em competições internacionais. Vamos ter um tempo de treinamento necessário para deixar a equipe em condições de disputar o Sul-Americano. A competição é curta, apenas cinco dias, com três jogos classificatórios e depois duas partidas decisivas”, disse Neto.

No Grupo A do Sul-Americano, ao lado de Paraguai, Equador e Argentina, o Brasil também contará com dois atletas especiais na preparação. Além dos 16 convocados, a comissão técnica convidou dois atletas do Pinheiros para participar do processo de treinamento para o torneio. Os alas Bruno Correa e Humberto estarão presentes com o grupo oficial.

Confira a lista de convocados de José Neto:

George Frederico Torres Homem Chaia (Gegê) – Armador
Rafael Freire Luz – Armador
Raul Togni Neto – Armador
Ricardo Fischer – Armador
Vitor Alves Benite
Arthur Luiz Belchior Silva – Ala
Leonardo Simões Meindl – Ala
Carlos Alexandre do Nascimento (Olivinha) – Ala/Pivô
Henrique Macia Alves da Cruz (Pilar) – Ala/Pivô
Jefferson William Rodrigues Antonio – Ala/Pivô
Jhonatan Luz dos Santos – Ala/Pivô
Augusto Cesar de Lima Brito – Pivô
Cristiano Silva Felício – Pivô
Lucas Fernandes Mariano – Pivô
Rafael Ferreira de Souza – Pivô
Rafael Hettsheimeir – Pivô

Jogadores convidados

Bruno Correa Fernandes Caboclo – Ala
Humberto Luis Gomes da Silva – Ala

Fonte: O DIa


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Neto-aposta-Fla-convoca-Selecao-para-Sul-Americano.html

Vídeo: Lance cria hashtag para Clubes nas férias do Brasileirão.












SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Video-Lance-cria-hashtag-Clubes-ferias-Brasileirao.html

Vídeo: Flamengo na UTI.












SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Seguro-vida-torcedores-Flamengo-entra-vigor.html

O torcedor é que tá precisando de 15 dias de férias.









Na noite do domingo passado, um sommelier etílico habitué aqui do boteco do Portuga, conhecido por dar declarações polêmicas e outra coisinha mais, que não vem ao caso, resolveu chamar a atenção dos comensais que degustavam o intenso bolovo servido no local. Ergueu-se, golpeou algumas e rápidas vezes a borda do seu copo com uma colher, e determinou, sem a menor cerimônia: “O Flamengo vai cair esse ano nessa porra.”

Alguns, uma minoria de estoicos vascaínos que tomava sopa de ervilhas num canto, o ignoraram solenemente, pois estavam preocupados com assuntos bem mais urgentes do que a derrocada de um rival figadal. Nem isso os diverte mais. Outros, a grande maioria de rubro-negros, estacaram, muitos com as bocas ainda cheias de salgadinho não mastigado, e ficaram olhando para o atrevido provador de pinga. Era possível perceber que não havia consenso entre a plateia, pois enquanto uns o mandaram tomar caju, outros o mandaram levar no nabo.

Ora, não é segredo que sou de boa paz, e muito me incomodaria caso houvesse um linchamento na minha rua, até porque quero a polícia bem longe de lá, por razões particulares. Daí, assumi a função de consolador, recitando a máxima irrefutável do futebol, a saber, “Time grande não cai, e vou ficar devendo a de hoje, valeu, Portuga?”

Só que o tal sommelier ainda tinha uma carta na manga, e um pingo de lucidez, e contra-atacou impiedosamente: “Mas... e se cair?”

Ah, eu e minha sina com chatos e incréus...

“O ‘se’ não existe no futebol, ô animal!”

Outra máxima do esporte bretão que meu oponente não conhecia, o que leva a crer que os meus chatos e incréus são também ignorantes. Mesmo assim, ainda fui generoso: “E se time grande cair, ou nunca foi grande ou deixou de ser. Tipo Vasco, Fluminense, Grêmio, Corinthians...”

Ele reagiu: “Pera aí! Então o Flamengo não é grande?”

“Já falei: ‘se’ cair, sendo que ‘se’ não existe no futebol!”

Nesse ponto, os circunspectos beberrões vascaínos que compõem a distinta freguesia do Portuga (e porque não dizer, a do Flamengo) me colocaram nos radares de sua ultrapassadas naus, e passaram a ouvir, intrigados, o meu discurso improvisado: “Não foi uma vez só que o São Paulo começou o Brasileirão estagnado lá no Z4, mas ninguém da mírdia escrotiva paulicha sequer cogitou a queda dos bambis. Ficavam sempre naquele papinho de que era uma fase difícil, que o campeonato ainda estava no início, o escambau a quatro. Agora, quando é o Mengão ou o Vasco (já fazendo média com os meus novos espectadores da Série B), basta dormir na zona do rebaixamento que é como se já tivesse caído.

“Cenão vejemos e erremos: acho menos estranho o combalido Flamengo estar em penúltimo lugar do que o poderoso Fluminense estar em segundo! Com aquele timaço arrumado em transações pra lá de estranhas bem nas barbas do Ministério Público, o simples fato do Tapetense não ser o líder absoluto dessa bagaça devia ser abordado nas rádios, jornais e tevês! Até o Vascão, o Gigante da Colina (olha a média aí de novo), tá de namorico com a Série C, e ninguém fala nada? Na Gávea, minha gente, a coisa tá bem melhor, porque muita água ainda vai rolar até o fim do ano, enquanto que em São Januário duvido que a Cedae libere uma gota que seja!

“O Mengão não vai cair. Só tá passando por esse perrengue porque minha faxineira banguense, que já foi botafoguense, mas virou a casaca porque não aguentava mais sofrer, guardou meu sacrossanto manto virado pelo avesso. Descobri logo depois da derrota pro Cruzeiro. Pô, todo mundo sabe que isso dá uma zica danada, mas garanto que até o fim da Copa vou arranjar um tempinho pra desvirar essa camisa, e aí, malandro, ninguém segura!”

Ia começar a esculachar o Botafogo, só pra descontrair, mas parei porque o Almir Biriba, praticante de jiu-jítsu, e mentor do Bonde da Cachorrada adentrou no bar. Parei também porque o pessoal começou a desconfiar de que eu tava bêbado, e, confesso, eu também.

Agora, sejemos cinseros e analfabéticos aqui entre nós aqui, meus leais detratores: este ano, o Flamengo não tem que chegar na frente de 19 times. Só de 4. A gente autoriza, só desta vez. Mas também se o Mengão cair pra Série B num ano em que disputam a Série A Figueirense, Bahia, Criciúma, Sport, Chapecoense e Botafogo...

Ainda bem que o “se” não existe no futebol.

Fonte: Buteco do Flamengo


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/O-torcedor-ta-precisando-15-dias-ferias.html

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Crise e xeque-mate.









A “Crise” pode ser definida como uma fase de perda, ou de substituições rápidas em que se pode colocar em questão o equilíbrio da pessoa ou instituição. A atitude e comportamento em face a momentos como este tornam-se de vital importância, na medida em que ela precede uma fase de transformação.

Estresse profissional é uma realidade em todas as áreas do mercado de trabalho. Diferente do que se pensa, essa condição não é limitada aos altos executivos, e muito menos restrito aos profissionais de baixo salário. Dentro de qualquer área de atuação, é necessário trabalhar o desenvolvimento e a motivação do profissional, do contrário certamente teremos o equilíbrio geral afetado.

Dentro de um clube como o Flamengo, a palavra “Crise” ganha um peso muito maior que aquele que lhe seria reservado. Como potência do futebol brasileiro, o Flamengo é sempre destaque nos meios de comunicação, assumindo um papel importante na audiência de tudo que é produzido pela imprensa, aumentando exponencialmente a visibilidade dos veículos que abrangem o assunto. Nesse quadro, como tem se comportado o termômetro da “Crise”?

Se tudo vai bem dentro das quatro linhas, todo o resto se desenvolve de forma satisfatória. Mas se a coisa vai mal, mesmo não existindo a tal “Crise”, ela acaba por ser instituída de fora para dentro.

O Flamengo está passando dentro de campo uma fase de dificuldades como tantas outras já vividas. No entanto, já é o momento de inserirmos um diferencial na aproximação feita ao problema: o que fazer com ele?

Talvez, ao invés de evidenciarmos os erros em campo, devêssemos também tentar identificar qual a causa do problema. Alguém já pensou nisso?

As mudanças na realidade desse “novo futebol” que nos assola e nos faz recordar a simplicidade e a eficiência do passado, juntou salários milionários e profissionais sem preparo, num mix de difícil gerenciamento.

O salário, embora bastante satisfatório, já não é mais a principal motivação para a entrega de resultados (e isso não acontece só no futebol).

A individualidade se sobrepõe ao coletivo e a satisfação financeira é obtida de forma muito rápida, antes mesmo de o profissional desenvolver efetivamente sua necessária qualificação. O reconhecimento fomentado pela mídia e empresários, dá-se de forma quase instantânea, por vezes de forma precipitada e exagerada, acabando por sugerir objetivos cumpridos. Cria-se falsas expectativas em todos, resultando muitas vezes em cobrança exagerada por parte da torcida (ou de quem consome o produto) e, sobretudo, em acomodação e consequente despreparo de quem é cobrado para lidar com os momentos onde a “Crise” se instaura.

Não se enganem. É preciso, sim, preparo como atleta e formação como homem, para superar momentos de grande adversidade e transformação, tirando proveito do sofrimento inerente à dificuldade passada.

O papel do profissional que comanda um time de futebol tem que estar alinhado com essa realidade. E são variadas as formas possíveis de lidar com o tema. Nutrir as expectativas de auto-realização pessoal e profissional, é um dos poucos caminhos possíveis. Para isso, a motivação individual é essencial. O tema que logo nos vem à cabeça é o dinheiro, no entanto, como já falado, o dinheiro tornou-se apenas mais um dos fatores que motivam o profissional, é preciso realmente ir além.

É fundamental entender todo o processo que conduziu ao caminho para a “Crise”. E isso, embora não tenhamos tanto, leva tempo.

Qualquer ação tem um grau de incerteza em relação ao seu resultado, sobretudo aquelas ações formatadas, a priori, sem o entendimento exato do processo.

É preciso compreender o que desmotiva, ouvir os profissionais, resgatar os valores pessoais e, então, buscar movimentar as peças do xadrez e voltar a cobrar os resultados coletivos. A cobrança formatada, antes de um movimento vencedor no tabuleiro do jogo, ecoa no vazio, ou pior, bate nas peças que atrapalham o jogo e respinga naquelas que ainda permitem ter esperança de vencer.

Por vezes, é preciso sacrificar algumas peças, até mesmo a rainha para vencer o jogo, mas nunca se anuncia antes a estratégia da jogada.

O sacrifício necessário deve ser conduzido por quem comanda o jogo de forma serena. Nas ações efetivas é que se concretizam as jogadas vencedoras.

A satisfação da torcida está diretamente ligada ao desempenho dessas peças e do comandante. E cada um deve ser desenvolvido ao limite, nos vários âmbitos necessários, e cobrado com seriedade e profissionalismo.

Caso ainda assim não tenhamos resultados, é preciso sacrificar as peças necessárias e buscar no mercado outras alinhadas aos objetivos do Clube.

Mas o descarte de peças tem que estar baseado numa estratégia vencedora, do contrário o sacrifício será de todos nós.

Fonte: Falando de Flamengo


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Crise-e-xeque-mate.html

Ex-Cartolas e Conselheiros reúnem sugestões à gestão do Fla.









O momento conturbado do Flamengo dentro de campo tem reflexo direto fora das quatro linhas. Enquanto destaca a tentativa de reorganização financeira do clube por parte da diretoria, um grupo político com nomes de peso se mostra preocupado. O futebol, carro-chefe da instituição, saiu dos trilhos. O time ocupa a penúltima posição do Brasileirão, teve o pedido de renúncia do vice-presidente do departamento e as chegadas do diretor executivo Felipe Ximenes e do técnico Ney Franco que, em cinco jogos, soma três empates e duas derrotas. Depois de uma reunião na noite desta terça-feira, na Zona Sul, os conselheiros e beneméritos aguardam o retorno do presidente Eduardo Bandeira de Mello, que está na França com chegada prevista para sexta-feira, para apresentar sugestões e possíveis ações.

Não existe tática de embate ou arquitetura política para as eleições que só acontecem em 2015. O resultado da reunião foi resumido por Flávio Godinho, que foi um dos nomes fortes da atual diretoria, mas deixou o cargo de vice-presidente de relações externas no ano passado: “O momento não é de dissidência, é de união”.

Estiveram presentes na reunião além de Godinho, Márcio Braga, Hélio Ferraz, Ronaldo Gomlevsky (candidato na eleição, que desistiu e apoiou a Chapa Azul), Bernardo Amaral, Rodrigo Dunshee de Abranches, Sergio Veiga Brito, Humberto Mota. O movimento se estende a outros conselheiros e beneméritos.

Apesar de não ter caráter de intervenção, nos bastidores é clara a preocupação com o futebol. Assuntos como a condução da saída de Jayme de Almeida, a centralização exercida por Wallim Vasconcellos na pasta de vice do futebol, o poder de veto do vice de finanças Rodrigo Tostes em assuntos do departamento como contratações (quando avalia se o custo está dentro do orçamento) e até mesmo a contratação de Ney Franco foram tema de debate.

- O Wallim não queria ajuda, pois achava que o futebol era o brinquedo de uma pessoa só – criticou um membro da atual diretoria.

Divisão de poderes no futebol

Existe a ideia de dividir poderes no futebol. A pressão sobre Bandeira promete ser grande para um ajuste no departamento. Ao chegar na sexta-feira, o mandatário vai se deparar com a necessidade de indicar um novo vice, além de formar um conselho gestor, com mais dois ou três integrantes, que seriam responsáveis pela condução da pasta. Na prática, seriam três ou quatro vices de futebol, mas apenas um ocupando o cargo de forma oficial por conta do estatuto.

Plínio Serpa Pinto, atual vice de relações externas, ganhou espaço com a saída de Wallim e deve ser um dos nomes indicados para esse conselho gestor. Na eleição de Patrícia Amorim em 2009, ele foi um dos concorrentes ao cargo de presidente e terminou em quarto lugar. Nos anos 90, trabalhou na administração de Kleber Leite.

Futuro de Bandeira

Depois de dias afastados em meio à crise do clube, Eduardo Bandeira de Mello retorna nesta sexta. Nos bastidores, uma possível renúncia do presidente por conta de motivos particulares agitou a política rubro-negra. Bandeira nega, mas a família seria, sim, um peso suficiente para  ele repensar o futuro.

O vice-presidente Walter D´Agostino foi quem ocupou a cadeira presidencial na ausência de Bandeira. E chegou a comentar com pessoas próximas que, caso o presidente deixasse o cargo, ficaria em dúvida entre assumir ou não. Pelo estatuto, seria dele a missão.

Ao mesmo tempo, o pilar e responsável pelas principais decisões do Flamengo como um todo é Luiz Eduardo Baptista. Na demissão de Jayme e contratação de Ney Franco, porém, Wallim foi quem tomou as decisões. À época nos Estados Unidos por conta de compromissos profissionais, Bap viu o circo pegar fogo à distância, sendo comunicado pelo telefone sobre o desenrolar dos fatos. Mas sem ouvir de um dos conselheiros do Flamengo:

- Que Deus ilumine o Ney Franco.

Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Ex-Cartolas-Conselheiros-reunem-sugestoes-gestao-Fla.html

Sub-20: Flamengo goleia e fará clássico na semi da Taça Rio.









O atacante Darlan, foi o autor de três gols na goleada Rubro-Negra.
Apesar de passar por momentos de turbulências durante o segundo turno do Campeonato Carioca de Juniores, o Flamengo não teve maiores problemas para se classificar pra semifinal. Depois de vencer o Bangu e encaminhar sua vaga, o time sub-20 da Gávea voltou a campo na tarde dessa quarta-feira (04), no Estádio Correão, e goleou a Cabofriense por 5 x 3, na última rodada da fase classificatória, garantindo a terceira colocação. Darlan foi o destaque da partida, marcando 3 gols. O zagueiro Léo e o atacante Thiago completaram os tentos Rubro-Negros.

Na semifinal da Taça Rio sub-20, o Fla terá pela frente o Botafogo, que se classificou em segundo lugar. O primeiro confronto está marcado para o próximo sábado, 07/06, no Estádio Nivaldo Pereira, enquanto o segundo acontecerá na quarta-feira seguinte, 11/06, no Estádio Caio Martins. Quem passar, enfrenta na final do turno o vitorioso de Fluminense e Madureira, que jogam nas mesmas datas pela outra semifinal. O Fluminense venceu a Taça Guanabara e já está na decisão do estadual. Vamos Flamengo!

Fonte: Flamengo em Foco


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Sub-20-Flamengo-goleia-fara-classico-semi-Taca-Rio.html

Previdência reconhece direitos de ex-jogadores.









Os ex-jogadores de futebol já podem comprovar seu tempo de contribuição para requerer aposentadoria apresentando certidão ou contrato que comprove sua vinculação ao clube no qual atuou. Uma seleção de craques ligados ao Sistema FAAP (Federação das Associações de Atletas Profissionais) / AGAP (Associações de Garantia ao Atleta Profissional) visitou o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, para agradecer a decisão de padronizar as normas de contagem de tempo para requerimento de aposentadoria pelos ex-atletas profissionais.

Participaram da reunião Raul Plassman (ex-goleiro da Seleção Brasileira, do Cruzeiro e do Flamengo), Luizinho (zagueiro que defendeu o Atlético Mineiro, o Cruzeiro, o Sporting de Portugal e a Seleção Brasileira), Dario José dos Santos (Dadá Maravilha, o quinto maior artilheiro do futebol brasileiro, com 926 gols, integrante da Seleção campeã do mundo em 1970), Reinaldo (maior atacante da história do Atlético Mineiro e integrante da Seleção que disputou a Copa da Argentina) e Heleno (armador que conquistou 11 títulos pelo Atlético Mineiro).

Também estiveram presentes o deputado federal Deley (ex-armador do Fluminense e da Seleção Brasileira) e Wilson Piazza (meio-campista que atuou de zagueiro no time brasileiro que conquistou o tricampeonato no México, em 1970). Piazza, presidente do Sistema FAAP / AGAP, lembrou que no dia 14 de agosto do ano passado, apresentou ao ministro o pedido de padronização das normas de contagem de tempo para aposentadoria dos ex-atletas.

“Muitos ex-jogadores estavam enfrentando problemas porque as antigas carteiras de emissão da Confederação Brasileira de Desportos (CBD, hoje CBF) continham apenas as informações da relação esportiva e, no novo modelo, a Carteira de Trabalho (CTPS), embora registre as relações de emprego, em alguns casos, não menciona a data de saída de determinado clube, assim como não consta atualização de salários”, explicou Piazza.

As novas normas, que entraram em vigor no dia 19 de maio passado, também beneficiam aos atletas de outros esportes ligados a agremiações integrantes do Sistema Desportivo Nacional.

Serviço

Qualquer atleta que pratica esporte com vínculo empregatício também tem direitos previdenciários. Jogadores de futebol, de vôlei, nadadores, triatletas, por exemplo, para terem seu direito reconhecido, precisam comprovar que atuaram com vínculo em associação desportiva integrante do Sistema Desportivo Nacional. Atualmente, existem três formas possíveis para se fazer a comprovação da condição de atleta profissional: carteira, contrato ou certidão.

1) Carteira –  a comprovação pode ser realizada por meio da antiga ‘Carteira de Atleta’ ou da atual ‘Carteira de Trabalho e Previdência Social do Atleta Profissional’. Esses documentos devem conter os dados referentes à identificação e qualificação do atleta, a denominação da associação desportiva empregadora e respectiva federação e as datas de início e término do contrato de trabalho. Também é preciso que a carteira contenha, além da descrição das remunerações e respectivas alterações, o número do registro em alguma dessas entidades: Conselho Nacional de Desportos (CND), Conselho Superior de Desportos (CSD), Conselho Regional de Desportos (CRD).

2) Contrato – Outra forma de realizar essa comprovação é por meio da apresentação dos contratos de trabalho devidamente registrados em alguma das entidades mencionadas acima. Nesse caso, o documento deve conter, precisamente, o período da atividade profissional e a remuneração recebida.

3) Certidão – Por último, a comprovação da atividade de jogador profissional de futebol pode ser realizada por meio da certidão emitida pela Federação Estadual ou pela Confederação Brasileira do esporte do qual o atleta pratica. Mas, nesse caso, a certidão só será aceita se contiver aquelas mesmas informações citadas no primeiro item. Além disso, a certidão deve ser extraída de registros efetivamente existentes e acessíveis à confirmação pelo INSS.

Fonte: Tribuna do Norte


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Previdencia-reconhece-direitos-ex-jogadores.html

As dificuldades do Flamengo.









Mais uma vez o Flamengo inicia o Campeonato Brasileiro com uma série de problemas. Mais uma vez amargamos a zona do rebaixamento. Mais uma vez estamos com um time limitado, sem perspectiva e franco favorito à segunda divisão. Mas este ano é uma exceção?
 
A história recente do Flamengo tem se mostrado bem repetitiva neste sentido: ou temos uma sequência excelente e terminamos com um final feliz, ou ficamos nos altos e baixos nos arrastando na competição, somando pontos para fugir da “degola”. Isto não é exceção. Tem sido regra, pelo menos, nos últimos 20 anos. E por que, só agora, alguns ditos “torcedores” começam a reclamar, pedir impeachment de uma diretoria séria e competente, querendo aparecer como “salvadores da pátria”? A resposta é simples: por que antes tinham uma boquinha nas diversas diretorias, recebiam ingressos gratuitamente para venderem ou distribuírem entre os seus; porque tinham um poder que não detêm mais. É a mesma história que se repete desde o ano passado: tentam tumultuar, para surgirem como solução, ou melhor, criam dificuldades para tentarem vender as soluções. A tentativa não cola.
 
E nos anos em que o Flamengo foi Campeão Brasileiro? Tudo se mostrou “as mil maravilhas”? O Flamengo dominou os campeonatos de ponta a ponta? A crítica não existiu? Vamos aos números ao longo dos anos – e dos títulos:
 
1980 – Em seu primeiro título nacional, o Flamengo terminou a 1ª Fase em 2º lugar, atrás do Santos. Na 2ª Fase passou fácil por Palmeiras, Santa Cruz e Bangu. Na 3ª Fase se classificou para as Semifinais, vencendo o Santos em casa, na última rodada. Semifinal fácil contra o Coritiba e a Final aquele “Deus nos acuda” que todos nós já cansamos de ver e rever. Na classificação final do Campeonato ficamos com 34 pontos, empatados com o Atlético-MG, porém com menos vitórias e com saldo de gols menor. Fomos campeões por termos feito uma 3ª fase melhor, apenas um ponto na frente, jogando a Semifinal e Final por dois resultados iguais.
 
1982 – O Bi Nacional também não foi fácil: primeira fase tranquila, classificado em 1º isolado num grupo com São Paulo, Treze-PB e Náutico. Sete vitórias em oitos jogos, incluindo um 3x2 e outro 4x3 contra o Tricolor Paulista. A “moleza” terminou por aí. Ficamos em 2º lugar na Segunda Fase, no grupo do Corinthians; Oitavas-de-final com uma vitória (2x0) e uma derrota (2x1) contra o Sport; Quartas-de-final com uma vitória (2x1) e um empate (1x1) contra o Santos; Duas vitórias apertadas (2x1 e 3x2) contra o Guarani nas Semifinais e a Final contra o Grêmio em três jogos, sendo campeão fora de casa, num jogo extra, em vitória por 1x0 (depois de dois empates por 1x1 e 0x0 nas duas primeiras partidas).
 
1983 – 2º lugar na 1ª Fase, no grupo do Santos; 2º na 2ª Fase, no grupo do Palmeiras; 1º lugar na 3ª Fase, um ponto à frente do Goiás e dois à frente do Corinthians; Quartas-de-final com uma vitória e um empate contra o Vasco (2x1 e 1x1); Semifinal com uma vitória e uma derrota para o Atlético-PR (3x0 e 0x2) e uma Final, contra o Santos, também não muito fácil: derrota em São Paulo por 2x1. E uma vitória larga, porém num jogo difícil, no Maracanã: 3x0, com um gol no começo e dois no final da partida. Na classificação final do Campeonato, o Flamengo ficou com 35 pontos (mesmo número de pontos do Atlético-MG e um a menos que o Santos, mesmo tendo sido o Campeão).
 
1987 – O campeonato mais controverso e debatido da nossa história, não começou nada bem. O Regulamento indicava duas fases, com dois grupos de oito equipes cada. Em cada Fase se classificava o Campeão de cada grupo, para as Semifinais. Caso um clube vencesse o grupo nas duas fases, se classificava o melhor segundo colocado da chave. Foi assim que o Flamengo se classificou: ficou em 6º lugar na 1ª Fase e em 2º na segunda. Como o Atlético-MG foi campeão das duas fases, o Flamengo acabou entrando nas Semifinais, pelo regulamento. Daí em diante todos já sabem: duas vitórias dramáticas, apertadas e históricas contra o próprio Atlético-MG (1x0 e 3x2) e o título em cima do Inter, no Maracanã, conquistado aos 39 minutos do segundo tempo, com o gol mágico do Bebeto.
 
1992 – Nosso Penta foi ainda mais difícil: 4º lugar na 1ª Fase, atrás de Vasco, Botafogo e Bragantino e uma 2ª Fase dramática, com a classificação vindo no último jogo, dependendo de uma vitória do nosso maior rival em cima do São Paulo (quer maior dificuldade que essa?). A Final foi a mais fácil de todas: 3x0 e 2x2 em cima do Botafogo.
 
2009 – Esse talvez seja o Campeonato que mais pessoas se lembram, por ser bem recente: na 21ª rodada estávamos na 10ª colocação, oito pontos à frente da zona de rebaixamento e a sete pontos da zona do rebaixamento. O título nunca passou pela cabeça de nenhum flamenguista, nem do mais fanático. À medida que íamos vencendo e subindo várias posições, o sonho para a Libertadores ia ganhando forma, mas o título só passou a ser real após as sucessivas derrotas do Palmeiras e a derrota do São Paulo para o Botafogo, faltando apenas três rodadas. A liderança só veio na penúltima rodada, contra o Corinthians, em São Paulo, e graças à derrota do São Paulo para o Goiás, no Serra Dourada, com uma improvável combinação de resultados, após 16 partidas, com onze vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. O título veio numa vitória sofrida contra o time juniores do Grêmio, na última grande decisão do velho Maracanã.
 
Estas foram as histórias resumidas dos campeonatos ganhos. E os perdidos? 14º em 1971; 12º em 1972; 24º em 1973; 16º em 1978; 12º em 1979; 13º em 1986; 9º em 1989; 11º em 1990; 9º em 1991; 14º em 1994; 21º em 1995; 13º em 1996; 11º em 1998; 15º em 2000; 24º em 2001; 18º em 2002; 17º em 2004; 15º em 2005; 11º em 2006. E, por fim, a última gestão: 14º em 2010; 4º em 2011 (essa sim uma exceção) e 11º em 2012. Em 2013 terminamos em 11º, caindo para a 16ª colocação após a punição no STJD. Até o 3º lugar de 2007, o Flamengo jamais havia ficado entre os quatro primeiros, exceto nos anos em que foi o Campeão. Resumindo: ou o Flamengo vence, ou definitivamente não convence. Ou é festa ou é vergonha. E os títulos nunca foram fáceis.
 
Longe de tentar diminuir os títulos brasileiros do Flamengo, este artigo tem o objetivo de mostrar aos torcedores, que tiverem o interesse de lê-lo, como a história do clube é sofrida quanto aos títulos que conquista. Até o Basquete, que no último sábado conquistou o Tricampeonato do NBB (2009/2013/2014) e Tetracampeonato Brasileiro (contando o título de 2008), sempre vence os campeonatos com extrema dificuldade. Quando o título está fácil, eles complicam, perdem um jogo em casa, tem que se recuperar fora ou viram o jogo, como foi hoje. Os títulos sempre são merecidos, mas também são sofridos, disputados, com um pouco de sorte e muita competência. O Flamengo sempre fez jus ao ditado “deixou chegar f...”. E esta é a tônica do clube, em todos os esportes. Poucos torcedores se lembram do título da Superliga Feminina de Vôlei, em 2000, contra o Vasco: 3x2 (17x15 no tie-break), com briga, muita garra e raça. Leila e Virna eternizadas na história do Maior do Mundo, sentindo o que é ter uma segunda pele vermelha-e-preta.
 
Não é a nova diretoria, nem as posteriores, que mudarão esta história. Até porque esta é a NOSSA história, a NOSSA forma de vencer e é desta forma que NOSSA torcida se tornou a maior e melhor torcida do Planeta. Espero que os azuis continuem sanando nossas dívidas e trazendo novos patrocinadores para todos os esportes. A última diretoria pegou o time de basquete bicampeão brasileiro e campeão sul-americano. Passou três anos só ganhando carioca, perdeu um NBB e um sul-americano em casa, sem patrocinador e devendo quatro meses de salário. É só perguntar a qualquer jogador do time se prefere a atual administração ou a antiga. A diferença está aí para quem quer ver. Agora somos, novamente, bicampeões brasileiros e com um título internacional; vamos disputar um mundial e pré-temporada na NBA, só isso. Nosso Basquete voltou ao patamar de 2009 em títulos, porém com um time muito mais competitivo, salários em dia, grandes patrocinadores na camisa e reconhecimento internacional.
 
No futebol ainda falta bastante. Temos um time fraco, com uma folha salarial alta e poucos resultados em campo, apesar dos títulos do Carioca e da Copa do Brasil. Mesmo assim, se formos comparar, entre 2010 e 2012 (anos da última gestão), ganhamos apenas um Carioca e ficamos em 4º lugar no Brasileirão de 2011. Em um ano e meio já colhemos mais frutos dentro de campo, que em três anos da presidência anterior.
 
Acredito muito que estaremos em outro patamar no futebol em alguns anos. Não darei audiência a pessoas que só querem usar o Flamengo para benefício próprio, para ganhar dinheiro às custas do clube e dos torcedores. Essa Era já passou, agora estamos na fase da profissionalização. Precisamos melhorar a cada dia e não continuar “dando bola” para torcedores profissionais (os que ganham dinheiro com isso). Vamos para frente, acreditar SEMPRE, como SEMPRE fizemos. E parabéns ao Fla-Basquete que tanto orgulho nos dá a cada nova conquista. Que venha o Orlando Magic, que venham os times da NBA e que venha o Mundial, pois somos Internacionais, somos os maiores e os melhores em TODOS os esportes. SRN.
 
Daniel Mercer.
 


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/as-dificuldades-do-flamengo.html

Mês e meio!










"Há algo de podre no reino da Dinamarca". A frase, cunhada por Shakespeare, referia-se às traições que ocorriam na história trágica do príncipe Hamlet. Traçando um paralelo, ouso dizer: há algo de podre no reinado azul da Gávea. Que, aliás, fica bem marcado pelo atropelamento que sofremos no último jogo: algoz azul!

A situação é periclitante. São 45 dias, reforço, QUARENTA E CINCO DIAS, na zona de rebaixamento, fora os dias que já estávamos. Esse é o tempo que teremos, no mínimo, de aturar as gozações, cheias de razão, diga-se de passagem, dos arcoirianos.

Disse, em meu último texto, que o time é fraco e sustento a afirmação. É fraco demais. Mas, além disso, é soberbo. Acha-se grande quando é pequeno demais para representar o Flamengo. Bem a cara do André Santos, que sempre pensou ser um jogador fodástico quando é, no máximo dos máximos, regular. Sei de gente que o considera medíocre.

Ganhar a última Copa do Brasil e o último Estadual não mascaram a péssima campanha no Brasileiro passado, a eliminação precoce na Libertadores desse ano e, muito menos, a horrorosa campanha no Brasileiro desse ano. Não mesmo. Gosto de ganhar Estadual? Adoro! Mas isso é obrigação. Copa do Brasil? É muito bom! Mas longe de ser um Brasileiro e quase nada comparada a uma Libertadores. Ninguém merece viver todo ano o suplício de ser quase rebaixado, muito menos quando ainda estamos na nona rodada.

Podre mesmo é ter um diretor de futebol, como o Pelaipe, com suas contratações esdrúxulas e duvidosas e um vice-presidente de futebol covarde e traidor que joga a toalha colocando a culpa nos outros, dizendo-se decepcionado com a torcida. Ora, foi ele quem disse que com 50 ou 60 mil sócio-torcedores teríamos um time forte. Tivemos 65 mil e esse é o time que merecemos? Ele tem a petulância de dizer que a torcida não ama o Flamengo? Devemos entregar dinheiro para gastarem da forma que gastaram? Contrataram mal, gastaram mal e a culpa é nossa?

Estou preocupado, mas ainda não estou desesperado. Apesar da chegada de Ney Franco, apesar dos 45 dias na zona de rebaixamento, Carlos Eduardo foi embora, Pelaipe foi embora e Wallim deixou de ser VP de futebol. O Felipe Ximenes chegou para ser o novo diretor executivo de futebol e terá 45 dias para promover mudanças. Creio que a parada para a Copa será providencial. Tem que fazer uma limpa no elenco, mandar embora qualquer um que não tenha comprometimento, QUALQUER UM; e contratar direito, com ousadia, criatividade, inteligência e competência. Missão dura para o Ximenes, visto que não se viu isso ainda durante o reinado azul.

Voltando a Hamlet, "Há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia". Não sabemos quais os mistérios que os azuis guardam entre si, mas entre o Flamengo e a Torcida ainda há esperança e, mesmo que o Wallim não acredite, há amor perene, que é o motivo por trás de toda e qualquer cobrança. Se ele não sabe lidar com isso, se não consegue enxergar isso, fez bem em colocar o rabo entre as pernas e pular fora. Pena que foi tão tarde.

Há tempo para mudança do time, para o remontar, e há tempo para se levantar na competição. Ainda há 29 jogos, ou seja, 87 pontos em disputa. Só me resta apostar no trabalho do novo diretor de futebol e esperar que o tempo de zoação que aturarei sirva como tempo de planejamento e preparação. Eu escolho acreditar!

Fonte: Magia Rubro-Negra


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Mes-e-meio.html