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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Aos Clubes Brasileiros: Bem-vindo 2015!









Os clubes iniciaram o 2015 com uma conta bem alta batendo em suas portas. Retrato do amadorismo e irresponsabilidades dos cartolas administrando os clubes. Clubes centenários que se quer tem um centro de treinamento, digno de receber e dar condições mínimas para atletas de alto nível. 

Sim, todos já sabemos destes “antigos” problemas, mas qual seria a real solução para estes problemas? Acho muito leviano, querer acreditar que um dia possamos atingir um nível maior ou até mesmo igual ao futebol Europeu. Vários fatores reforçam estas afirmativas: Economia, Moeda, Cultura... Dentre outros mais. 

Mas algumas ações imediatas poderiam ser tomadas, afim de frear esta incalculável e inadministrável conta. O exemplo da que o Flamengo tem adotado recentemente. Quais clubes contrataram uma empresa para auditorar suas dívidas e em seguida expô-las na mídia? Que me recorde, nenhuma (Aliás, no período da divulgação foi tema chacotas em jornais e programas de TV). 

O fato que isso não é nenhum mérito, pelo contrário, mas em meio às rotineiras péssimas administrações, este é um pequeno passo, para que as coisas tomem o rumo correto. Enquanto os clubes não atuarem como verdadeiras empresas, regido por profissionais gabaritados, visando lucros e em que os resultados financeiros são sim importantes. A meu ver, nada mudará. 

É óbvio que a essência do futebol, a paixão, a devoção ao clube não podem morrer, porém, este não pode ser o fator primordial para a administração de um clube. 

Saudações Rubro-Negras!

Kaian Oliveira





SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2015/01/aos-clubes-brasileiros-bem-vindo-2015.html

sábado, 27 de dezembro de 2014

A saída para os clubes é o programa de sócio-torcedor.









O novo momento do esporte brasileiro, a saída de investidores, o boom dos eventos, as novas frentes de atuação do Campeonato Potiguar de Futebol, a crise do vôlei com a saída do Banco do Brasil são alguns dos assuntos que o jornalista Alan Oliveira comenta nessa entrevista. Diretor da empresa que assessora a Federação do RN de Futebol na área de marketing defende parcerias com a iniciativa privada para fomentar o esporte nas escolas públicas, destaca o crescimento do MMA e garante que a solução para viabilidade dos clubes está no programa sócio-torcedor.

Como avalia o novo momento de investimentos no marketing esportivo?

O momento Copa do Mundo, da prévia, já acabou. Muitos foram as empresas que investiram forte no setor. Agora é um período de ativar quem está satisfeito com os resultados, principalmente dos últimos quatro anos. A economia do Brasil não passa por um bom momento, não segredo para ninguém, ou seja, exibe criatividade ao lançar bons produtos, fidelizar os parceiros e realizar todas as entregas prometidas. O mercado de marketing esportivo está cada vez mais exigente e muitas vezes confundido só com comercialização de produtos, a captação de patrocínios. A comunicação é chave nesse processo e ter bons produtos faz toda a diferença.

E essa ‘bolha’ de patrocínios estourou?

Começou para algumas frentes de produtos. É preciso sempre inovar e ser rápido para ficar atento as mudanças no setor. Vamos lá! Em Minas Gerais, o BMG já anunciou o fim do patrocínio com Atlético Mineiro e Cruzeiro, campeões este ano da Copa do Brasil e do Brasileiro, respectivamente. No Rio de Janeiro, a Unimed deixou o Fluminense, agora com Guaraviton, após saída do Botafogo. A Caixa é uma grande dúvida para 2015, dependendo do posicionamento econômico após a chegada do novo ministro da Fazenda a partir do próximo ano. O patrocinador máster do futebol está sumindo, caso isolados e alguns como a própria Caixa e o Banrisul como o Grêmio e o Internacional, o que está fortalecendo os pontuais, marketing de oportunidade em eventos especiais.

E se a Caixa deixar de patrocinar o futebol?

A Caixa Econômica encontrou no futebol um grande negócio utilizando os clubes, cada um com suas particularidades, uma forma de patrocinar, de ter uma imagem simpática junto as torcidas das equipes parceiras. Mas ninguém consegue garantir tal permanência. Hoje, na Série A, são sete os clubes: Corinthians, R$ 30 milhões; Flamengo, R$ 25 milhões, Atlético Paranaense, Coritiba e Vitória ganham R$ 6 milhões. Figueirense embolsa R$ 4,5 milhões. E a Chapecoense, R$ 4 milhões. Na Série B, o Vasco era o privilegiado, R$ 15 milhões. O Atlético Goianiense recebe R$ 2,5 milhões. O Paraná Clube, o América-RN e o ABC, R$ 2 milhões, cada. Na Série C, CRB e ASA de Arapiraca, R$ 500 mil, cada um.

E qual a saída para viabilizar os clubes?

Em relação aos clubes, o programa de sócio. O Internacional é a grande prova, um case. Estive este semestre em Porto Alegre, recentemente, e constatei mais como eles fazem o sócio a grande estrela, a atração do clube. Fatura mais de R$ 40 milhões, por ano, valor maior que a cota de televisão. São mais de 100 mil sócios ativos, com 20% desse número que direito ao voto para eleger o novo presidente no último dia 13. O associado precisa viver o dia a dia de sua paixão. Além de cobrar time forte, ele gosta de participar mais, de ter desconto na rede credenciada, na loja, ter acesso com ou sem desconto aos jogos, estacionamento, acesso aos treinos, eventos, de ter experiências únicas com seus ídolos, privilégios que só ele oficial tem, fazer valer sua vantagem em relação ao simples torcedor que compra apenas o ingresso. Medidas com o programa que sejam de ações populares, como preço promocional de ingresso, são contra o futuro da maior arrecadação do clube: o sócio torcedor.

Está faltando patrocinador para investir no esporte?

O momento econômico fez mudar o foco de muitas empresas e a principal deles é apostar no local. Nosso cliente, o Campeonato Potiguar, com a Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF), tem tudo para ter muito mais empresas locais que nacionais em 2015, bem diferente de anos anteriores. Para o aporte de empresas de atuação nacional não há como atender vários estados, a resposta pronta que não há como patrocinar só um estado, sem fazer em outro. Agora é a hora do patrocinador local que tem tudo para ter a visibilidade com o futebol para vender mais seus produtos, ao fidelidade sua marca em público consumidor, em todas as classes, tendo uma marca simpática com todas as torcidas.

E como atrair as empresas locais para o Campeonato Potiguar de Futebol?

Na agência, na 10, fizemos um estudo e estamos com projeto pronto que tem tudo para ser pioneiro no Brasil. O poder público tem seu papel, claro, mas apresentamos para nosso cliente, a FNF, uma solução atrativa para empresas e torcedores, que nos próximos iremos anunciar. É um conceito de outlet americano, é garantir benefícios para os patrocinadores e quem vai ganhar muito é o torcedor.

A saída do Banco do Brasil do vôlei vai gerar uma crise para o esporte?

O Banco do Brasil fez muito pelo esporte brasileiro, pelo voleibol. Gerir recurso público no Brasil exige responsabilidade. Gerenciar o contrato do patrocínio da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol), parceiro do vôlei há 23 anos, como foi apontado pelo relatório final da Controladoria-Geral da União (CGU), é muita irresponsabilidade, com as denúncias apontadas. Os contratos irregulares, segundo a CGU, têm juntos o valor de R$ 30 milhões em pagamentos feitos entre 2010 e 2013.

O MMA é o esporte da vez?

É uma indústria que cresce muito. Ao ter a oportunidade de trabalhar este ano com o UFC, em Natal, observei o quanto engaja fãs, uma legião de apaixonados, consumidores pela marca, pelo esporte. Outra organização que está em excelente momento é o Bellator, no Rio Grande do Norte hoje com o único campeão mundial de MMA, Patrício Pitbull. Claro, não podemos esquecer de Renan Barão, do UFC, recentemente campeão, e um tantos atletas que estão sendo formados no Rio Grande do Norte, um celeiro de campeões.

O esporte educacional tem saída?

Há sim. O Rio Grande do Norte já revelou ídolos nas escolas, tais como Virna, Oscar, Juliana Felisberta e tantos outros. Acho que uma parceria público privada por ser a saída para fomentar essa atividade no Estado. A realização de mais eventos, premiar sistematicamente os destaques, garantir o resultado educacional de forma integrada faz toda diferença para formar o cidadão do futuro. O que observamos são ações isoladas. Esporte é educação, cultura, lazer, entretenimento, gera emprego e renda para o Estado e precisa está na pauta dos governos.

Quem

Alan Oliveira - Jornalista, pós-graduado em Administração e Marketing Esportivo, com curso de Gestão em Arenas Multiuso pela Trevisan, Alan Oliveira traz a experiência de quase 20 anos no setor de comunicação empresarial e esportiva. Foi destaque em 2010 e 2011 ao gerenciar o marketing do ABC ao conquistar 10 mil sócios, em apenas seis meses, fez a integração dos processos da transição no Náutico-PE entre os Aflitos e a Arena Pernambuco, é responsável pelo marketing da Federação Norte-rio-grandense de Futebol há 3 anos, recentemente iniciou consultoria ao Gama, do Distrito Federal, além de ser o sócio diretor da 10 Sports e da Fácil Comunicação, prestando de serviços de comunicação, tais como o UFC em Natal (2014), atletas, eventos, empresas, campanhas eleitorais.


Fonte: Tribuna do Norte


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/12/a-saida-para-os-clubes-e-o-programa-de-socio-torcedor.html

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Câmara aprova refinanciamento da dívida dos clubes.









Através de uma “gambiarra” que deixaria muito mecânico com inveja, a Câmara aprovou nesta quarta-feira um projeto que prevê a renegociação das dívidas dos clubes com a União sem a necessidade de contrapartidas. Mesmo com o debate sobre o tema girando em torno da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, a aprovação se deu com uma emenda na Medida Provisória 656, que aborda assuntos totalmente diferentes, como a correção de 6,5% na tabela do imposto de renda. Após a aprovação na Câmara, o texto vai para o Senado e, se aprovado, chegará às mãos da presidente Dilma Rousseff.

A inclusão do refinanciamento das dívidas na MP foi ideia do deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO), que é vice-presidente do Atlético-GO, irritou o Bom Senso F.C. e outros envolvidos na discussão sobre a Lei de Responsabilidade, especialmente porque os clubes, segundo o texto, terão o direito ao parcelamento, mas sem se adequarem a requisitos e contrapartidas para o equilíbrio financeiro das gestões.

O parcelamento, de acordo com a MP, será em 20 anos (240 meses) com redução de 70% das multas isoladas, de 30% dos juros de mora e de 100% sobre o valor de encargo legal.

- É um absurdo que se desrespeite o processo de diálogo aberto há tempo com diversos envolvidos. O pior é que a emenda foi incluída na MP por um parlamentar que não estava nessa discussão. A coisa acontecer assim não é simplesmente um problema do futebol, mas um problema do país. É inacreditável que isso foi colocada em uma MP que nada tinha a ver com o assunto – afirmou ao LANCE!NET o diretor executivo do Bom Senso, Ricardo Borges.

Após a aprovação da MP, a discussão da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte fica, definitivamente, para 2015. Com isso, até parlamentares envolvidos no assunto não gostaram.

- É um contrassenso. Essa medida é incompleta, que não reestrutura o futebol brasileiro. Permitir que os clubes saiam do atoleiro sem regras contra o aumento de dívidas não resolve o problema. Mas a luta pela Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte continua - garantiu Otávio Leite (PSDB-RJ).


Fonte: Lancenet


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/12/camara-aprova-refinanciamento-da-divida-dos-clubes.html

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O ridículo ranking de Clubes nacionais.









Bicampeão brasileiro, o Cruzeiro deverá assumir também a liderança no Ranking Nacional de Clubes que será divulgado na CBF após o fim da temporada. A pontuação referente ao título, além do vice-campeonato da Copa do Brasil, fez com que o time celeste somasse 6400 pontos em 2014 (800 do título, mais 480 do vice-campeonato, multiplicado por 5), e chegasse a 15.328 pontos, pulando da oitava para a primeira posição.

Em segundo lugar, segue o Corinthians, que ainda não tem uma pontuação definida. Caso seja terceiro colocado no Brasileirão, somará 14.880 pontos. Se ficar na quarta posição, terá 14.680 pontos. O Flamengo, também sem pontuação definida, se mantém em terceiro, podendo, dependendo da sua posição na tabela, ir de 14.578 a 14.658 pontos.

O Grêmio, antigo líder, deve perder pontos com a eliminação nas oitavas de final da Copa do Brasil diante do Santos e ocupará a quarta posição, podendo variar de 13.992 até 14.072 pontos. Em quinto lugar deve figurar o Santos, que pode variar entre 13.450 e 13.570 pontos.

Os critérios para a definição do ranking são as campanhas das equipes na Copa do Brasil e no Campeonato Brasileiro nas últimas cinco temporadas. O peso para cada ano é diferente, com a pontuação de 2014 sendo multiplicada por cinco. O campeão brasileiro ganha 800 pontos, o vencedor da Copa do Brasil, 600, e há também pontuações para as Séries B, C e D.

Além de definir a vaga automática para as oitavas de final, o Ranking Nacional de Clubes tem influência no sorteio dos confrontos a partir das oitavas de final, com as equipes melhores colocadas indo para o mesmo pote dos que disputaram a Libertadores, e evitando, teoricamente, confrontos mais complicados.



Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/12/o-ridiculo-ranking-de-clubes-nacionais.html

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Um passe açucarado dos Clubes para a Federação.









Quando os jogos de seleções tiram das principais competições do país os melhores jogadores, aqueles que custam mais caro, os clubes sofrem tecnicamente e protestam. Com razão. Mas o que fazem para mudar tal realidade?

O Campeonato Brasileiro se consolidou com pontos corridos e 38 rodadas. A Copa do Brasil cresceu em qualidade, importância e popularidade com os times que jogam também a Libertadores. Contratos válidos até 2018 asseguram que Libertadores e Copa Sul-Americana continuarão em semestres diferentes, por menos sensato que possa parecer. Ou seja, só há um caminho para aliviar o calendário: redimensionar os Estaduais, reduzir o número de jogos dos grandes, liberando as datas dos jogos de seleções.

Pois desde 11 de setembro a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) sedia um fórum de debates sobre a competição. Em tese, seria a oportunidade de dizer presente, apresentar propostas, exibir insatisfação através de uma ação articulada entre os quatro grandes cariocas.

Na porta do auditório, há uma lista de presença. Consultado o histórico das oito reuniões já realizadas, um dado chama atenção: apenas o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, assinou a lista de presença. E mesmo assim de um único encontro. Os demais, nunca apareceram. Ou seja, juntos, os presidentes de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco somam 31 ausências e uma presença.

Argumentam que mandam representantes. Pois das oito sessões, apenas duas tiveram a presença de dirigentes ou funcionários dos quatro clubes. Nos encontros mais recentes, o comparecimento minguou ainda mais. Na sétima reunião, há dez dias, só Fluminense e Botafogo estavam representados. Na última terça-feira, apenas um advogado do Flamengo apareceu. Quase todos os encontros do fórum, aliás, aconteceram num auditório vazio, com média de 30 presentes, incluindo clubes pequenos, jornalistas, diretores da Federação e representantes de órgãos públicos.

É como um passe sob medida, açucarado, dos clubes para a Federação. É verdade que parte considerável dos palestrantes convidados têm discursos afinados com a entidade, fazem discursos comoventes em defesa do atual formato do Estadual. O caso é que as ausências reforçam o discurso da Ferj. O presidente da Federação, Rubens Lopes, garante que, além de ausentes, os clubes grandes jamais enviaram qualquer documento com sugestões ou pedidos formais de redução do campeonato.

- Mais uma vez, queria lamentar a ausência dos principais interessados - disse Lopes, ao abrir a sessão da última terça-feira.

O discurso é repetido como um mantra.

- Se os problemas do Estadual fossem tão grandes quanto estes clubes nos querem fazer crer, estariam aqui - discursou o vice jurídico da Federação, Cláudio Mansur, há dez dias.

Na reunião que tratou dos preços de ingressos, o Vasco esteve ausente. Já a discussão sobre mídia e mecanismos de divulgação do campeonato não seduziu quase nenhum dos grandes: Flamengo, Fluminense e Vasco faltaram. Apenas o tricolor, por sua vez, mandou representante para o encontro sobre mercado de trabalho ligado ao futebol carioca, enquanto Vasco e Flamengo não se interessaram pela reunião sobre a criação de um Código de Postura para o campeonato, punindo críticas à competição. Também fracassou a reunião sobre a criação do Fair Play Financeiro no Estadual: Fluminense, Vasco e Botafogo não foram.

Os temas que reuniram todos os grandes foram a discussão sobre estádios e sobre segurança. Em ambas, funcionários de áreas com afinidades com o tema representaram os clubes. Mas não houve pronunciamento de membros das diretorias dos clubes grandes. 

Uma oportunidade de reverter o quadro se anuncia para a próxima terça-feira. O fórum vai discutir, especificamente, o modelo de campeonato para as próximas temporadas. É a chance de dizer presente.


Fonte: Blog do Mansur


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/10/Um-passe-acucarado-Clubes-para-Federacao.html

domingo, 28 de setembro de 2014

Clubes pagam a conta de mais 'paz para arbitragem'.









A confusão em torno da marcação de pênaltis fez a CBF tomar a primeira medida concreta para tentar assegurar à arbitragem maior tranquilidade no comando das partidas: desde a última rodada, a entidade abandonou a tradicional prática de escalar quartos árbitros do mesmo estado dos jogos e passou a recorrer a profissionais de fora. A princípio, não se trata de um procedimento definitivo, mas ele será repetido no fim de semana.

A mudança de estratégia por parte da Comissão de Arbitragem deverá acarretar em custo maior para o mandante das partidas, que terão que bancar as despesas de mais um membro do quadro em seus compromissos.

Foi possível identificar um aumento nos gastos na última rodada. No empate com o Grêmio, nesta quarta-feira, o Fluminense teve de desembolsar R$ 12.950 mil, mais do que os R$ 10 mil registrados em visita do Palmeiras, também neste mês. O Coritiba, por outro lado, seguiu pagando R$ 7.250 mil.
  
Em confronto recente com o Bahia, na Fonte Nova, o quarto árbitro Johnn Hebert Alves Bispo teve papel fundamental na anulação de uma penalidade que aconteceu fora da área, mas que, ainda assim, fora assinalada pelo juiz Francisco Carlos de Nascimento (AL).

Ele voltou atrás após consulta a Johnn Hebert, pertencente à federação baiana.

Segundo apurado pela reportagem, situações como essa poderiam colocar em discussão a lisura desses profissionais. O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Côrrea, acredita também que, num momento em que o seu quadro sofre fortes críticas, a medida irá garantir maior tranquilidade a todo o quarteto.

"A gente entende que é importante ter árbitros neutros em todas as partidas e colocar para colaborar membros que venham de outros estados. Os atletas não conhecem e acabam respeitando mais. Temos acompanhado repetida indisciplina no lado do campo. Não é esse o principal fator motivador (lisura)", afirma Côrrea ao ESPN.com.br.

"Será um aumento ínfimo também, que, no fim, vale a pena", acrescenta.

Em geral, a escolha tem sido por quartos árbitros de estados próximos.

O confronto entre Figueirense e Palmeiras no próximo sábado, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, tem escalado, por exemplo, o paranaense Fabio Filipus.

Outro critério passa ainda pela escolha de profissionais que estejam trabalhando na cidade em datas próximas. O mineiro Cleisson Veloso Pereira desempenhará o papel de árbitro adicional no encontro entre São Paulo e Fluminense, neste sábado, no Morumbi, e irá trabalhar como quarto árbitro no dia seguinte, em Santos e Goiás, no Pacaembu.


Fonte: ESPN


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Clubes-pagam-conta-mais-paz-arbitragem.html

sábado, 27 de setembro de 2014

Os Clubes mais denunciados no STJD.









É comum torcedores do Corinthians reclamarem que a procuradoria do STJD tem o clube como alvo preferencial. Um levantamento do blog nos processos do tribunal demostra que essa tese é verdadeira: o alvinegro foi o time da Série A com maior número de jogadores ou pessoas da comissão técnica denunciados no Brasileiro e Copa do Brasil de 2014. É seguido, de perto, pelo Botafogo.

A questão é que os corintianos não têm muito do que reclamar em relação a punições. Das oito denúncias, apenas três geraram suspensões na primeira instância, a maior delas foi o afastamento de 180 dias para Petros em sua agressão a um árbitro. Mas o pleno do STJD reduziu a pena para 3 partidas.

Entre os que foram levados ao tribunal, estão Mano Menezes, seu auxiliar Sidnei, Fagner, Guerrero (duas vezes), Petros, Ferrugem e Renato Augusto. A maioria foi absolvida, ou levou apenas uma advertência.

No caso do Botafogo, foram sete denúncias contra jogadores, com cinco punições, entre elas, três jogos de suspensão para o atacante Emerson Sheik. O jogador vai sofrer novo processo por conta das críticas à CBF e à arbitragem na partida com o Bahia. Ou seja, haverá pelo menos um empate com o Corinthians em denunciados.

O time de Parque São Jorge também foi processado duas vezes em artigos por desordem da torcida, mas foi absolvido em ambos. O clube está ameaçado de sofrer nova ação por causa da briga de organizadas no Itaquerão.

O fato de o Corinthians sofrer poucas sanções com tantas denúncias não é uma exceção. A maioria dos processos acaba em punições brandas já na primeira instância. Dos 58 processos contra jogadores, só 25 acabaram em penas de fato, menos da metade. As outras acabaram em absolvição ou mera advertência. E há vários suspensos por um jogo, que já cumpririam com o cartão vermelho.

Houve 17 denúncias em artigos por desordem de torcedores ou inscrições de jogadores irregulares que podem gerar perdas de mando de campos, ou perdas de pontos. Nestes casos, os mais denunciados foram o Grêmio e o Flamengo, com três cada um deles. O time do Sul foi o maior prejudicado com a exclusão da Copa do Brasil. De resto, houve poucas penas de perda de mando de campo, e o Criciúma reverteu a única retirada de pontos.

A maioria dos processos terminou em absolvição, advertência ou multas. Não foram consideradas ações por atrasos de jogo ou erros na administração que geram pequenas penas pecuniárias.

Mais do que isso, o pleno do STJD, segunda instância, costuma reduzir as raras penas grandes dadas pela primeira instância. Ou seja, as denúncias colocam os jogadores do Botafogo e do Corinthians no holofote. Mas eles não sofrem muito em campo com isso.

Veja a tabela com os clubes que mais responderam aos processos no STJD:

Denúncias contra jogadores/penas - Denúncias contra o clube por desordem/penas

Corinthians – 8/3  -  2/0
Botafogo – 7/5  - 0/0
Coritiba – 5/3 – 0/0
Bahia – 5/1 – 2/2
Cruzeiro – 4/2  - 0/0
Criciúma – 4/2 – 0/0
Figueirense – 4/2 – 0/0
Santos – 4/2 – 0/0
Flamengo – 4/0  - 3/1
São Paulo – 3/2 – 1/0
Fluminense – 3/1 – 0/0
Sport – 2/1 – 1/0
Palmeiras – 2/1 – 2/2
Vitória – 1/0 -0/0
Atlético-PR – 1/0 – 0/0
Internacional – 1/0 – 1/0
Chapecoense – 0/0 – 1/0

Fonte: Blog do Rodrigo Mattos


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Os-Clubes-mais-denunciados-STJD.html

Fifa esconde seus podres, e quer transparência para clubes.









Em uma semana, cúpula da Fifa implantou medida para dar mais integridade às negociações de jogadores, e decidiu manter escondidas as investigações sobre corrupção de seus principais cartolas. A entidade máxima do futebol proibiu a participação de investidores em direitos de atletas. Ao mesmo tempo, negou-se a divulgar o relatório de apuração sobre as escolhas das Copas da Rússia-2018 e Qatar-2022.

Os dirigentes do Comitê Executivo da Fifa estiveram reunidos durante a semana em Zurique no encontro semestral para decidir questões do futebol mundial. Entre os temas, estavam a regulação das transferências, e a eleição do país árabe para sediar a Copa.

Jornais ingleses mostraram dados que indicam compra de votos de membros do mesmo comitê executivo para favorecer o Qatar. O investigador do comitê de ética da Fifa, Michael Garcia, já concluiu suas apurações sobre as irregularidades. E pediu que todas as cerca de 400 páginas em informações fossem reveladas para o público.

“Por conta do limitado papel do presidente da Câmara de Adjudicação do Comitê de Ética, Hans-Joachim Eckert (que julgará o caso), em perspectivas futuras, acredito que é necessário que o Comitê Executivo autorize a publicação apropriada do relatório'', afirmou Garcia, que já foi procurador nos EUA.

Quatro membros do Comitê Executivo da Fifa fizeram declarações similares para pressionar pela divulgação dos documentos. Foram os vice-presidentes da entidade, Ali Bin Al Hussein, Jim Boyce e Jeffrey Webb, além do integrante da cúpula Sunil Gulati.

Não foram ouvidos pelos seus colegas. Em seu documento sobre o assunto, a Fifa afirmou: “o Comitê Executivo pediu que o princípio da confidencialidade seja respeitado'', de acordo com o código de ética. A decisão sobre punições a cartolas será tomada em novembro pelo Comitê de Adjudicação da Fifa. Pelo cenário atual, um limitado número de informações sobre o julgamento será público.

Quantos aos clubes de futebol, a postura da federação internacional foi bem diferente. No mesmo documento, a Fifa falou em manter a integridade do jogo e dos atletas com o veto dos investidores em direitos de jogadores. Um dos membros do Comitê Executivo, e presidente da UEFA, Michel Platini disse que a decisão era muito positiva para a “transparência''. Em resumo, na federação internacional, a regra é expor as entranhas dos outros, e esconder os próprios males.


Fonte: Blog do Rodrigo Mattos


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Fifa-esconde-seus-podres-quer-transparencia-Clubes.html

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Veja as piores contratações dos clubes brasileiros em 2014.









O mercado de transferências sempre movimenta muitos clubes, principalmente, no futebol brasileiro. No entanto, algumas transações dão erradas e acabam decepcionando a torcida, que espera por resultados positivos. Veja quem deu errado a seguir.

O meia Bruno César chegou ao Palmeiras e não deu certo. O atleta deveria ser um dos principais meias do clube ao lado do chileno Valdivia. No entanto, o jogador não consegue entrar em forma e já perdeu a posição até para Felipe Menezes.

Diogo entrou mais em campo do que Bruno César e teve até uma função tática mais bem desempenhada do que a do meia armador do Palmeiras. Porém, as constantes lesões do atleta e falta de gols o credenciam como uma das piores contratações da temporada.

No São Paulo, quem merece ou mereceu destaque, porque já foi embora, é o colombiano Pabón. O atleta não caiu nas graças da torcida e, sempre que entrava, irritava os fanáticos pelo Tricolor paulista. Recentemente, o atacante trocou o clube brasileiro pelo Monterrey-MEX e está se dando bem por lá...

Contratado para ser a solução da lateral direita, Luis Ricardo acabou virando um pequeno problema para o técnico Muricy Ramalho. Isso porque, o jogador não consegue repetir o bom futebol dos tempos de Portuguesa  e, atualmente, é apenas um reserva da equipe. O lateral-direito do time é Paulo Miranda, que é zagueiro e está improvisado na posição.

No Santos quem merece destaque é o volante Renato. O atleta, que fez história no clube com a camisa alvinegra nos tempos de Diego e Robinho, chegou após passar pelo Botafogo e ainda não mostrou a que veio. Aos 35 anos, Renato entrou poucas vezes e vem sendo pouco aproveitado.

Bruno Henrique é a contratação que deu errada do Corinthians. O jogador, que fez sucesso com a camisa da Portuguesa, não conseguiu repetir o sucesso no Alvinegro Paulista. No começo, Bruno jogou mais vezes, mas aos poucos perdeu espaço e hoje é apenas um mero reserva do time de Mano Menezes.

Com a idade avançada do lateral Léo Moura, o Flamengo trouxe para compor o elenco o lateral-direito Léo, que fez sucesso com a camisa do Atlético-PR na temporada passada. No entanto, o jogador teve diversas lesões, que estão atrapalhando a sua trajetória com a camisa rubro-negra.

Depois de se destacar com a camisa do Palmeiras, Vilsonfoi contratado pelo Cruzeiro no início do ano para formar uma dupla defensiva forte ao lado de Dedé, porém, pouco jogou por conta de uma lesão. Meses depois foi dispensado e até hoje está sem clube....

Rodriguinhochegou ao Grêmio após ser pouco aproveitado no Corinthians. Enderson Moreira, técnico do Tricolor na época, chegou a utilizar o atleta em algumas oportunidades. Porém, aos poucos ele perdeu espaço e hoje é apenas um reserva do técnico Luiz Felipe Scolari


Fonte: R7


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Veja-piores-contratacoes-clubes-brasileiros-2014.html

terça-feira, 29 de julho de 2014

Presidentes de Clubes discutem dívidas com CBF.









Após o encontro com a presidente Dilma Rousseff na última quinta-feira, representantes de clubes brasileiros se reuniram com a direção da CBF nesta segunda-feira, na sede da entidade, para discutir o Programa de Fortalecimento dos Esportes Olímpicos (Proforte) e as propostas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRFE). Estiveram presentes membros dos 40 times das Séries A e B, além do presidente da CBF, José Maria Marin, e o vice, Marco Polo del Nero. A renegociação das dívidas foi o principal assunto tratado no encontro.

- Os clubes não pediram e não querem anistia da dívida. Está sendo proposta uma forma de viabilizar o pagamento dessa dívida, tendo como contrapartida para aqueles clubes que não cumprirem com a sua obrigação a perda de pontos - explicou Del Nero.

A possibilidade de punição aos clubes e dirigentes em caso de descumprimento foi tratada como uma das medidas essenciais para o novo projeto.

- Precisamos criar marcos regulatórios rígidos de gestão, para que os dirigentes sejam também responsabilizados - disse o presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro Rubens Lopes.

Nesta segunda, o líder do Bom Senso FC, o zagueiro Paulo André, que atualmente joga no Shangaï Shenhua, da China, criticou a proposta e disse que as punições não acontecerão caso o modelo da LRFE seja mantido. O projeto ainda aguarda votação no plenário da Câmara dos Deputados para ser aprovado.

Na reunião também foi aprovada um Código de Ética que combate o aliciamento de jogadores nas divisões de base do futebol brasileiro. Entretanto, o documento ainda precisa de aprovação dos 20 clubes da Série C e das 41 equipes da Série D.

Além de Marin e Del Nero, integraram a mesa diretora da reunião os deputados Jovair Arantes (PTB-GO e vice-presidente do Atlético-GO), Guilherme Campos (PSD-SP, vice-presidente da Federação Paulista de Futebol e ex-presidente da Ponte Preta) , Valdivino de Oliveira (presidente do Atlético-GO), Rodrigo Maia, Vicente Cândido (PT-SP, vice-presidente da Federação Paulista de Futebol e tem ligações com o Corinthians), Marcelo Matos (PDT-RJ), que integram a comissão especial formada para discutir o tema na Câmara dos Deputados, além de Benedita da Silva (PT-RJ), o presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro, e o diretor-executivo da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto.

Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/07/Presidentes-Clubes-discutem-dividas-CBF.html

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Vídeo: Lance cria hashtag para Clubes nas férias do Brasileirão.












SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Video-Lance-cria-hashtag-Clubes-ferias-Brasileirao.html

terça-feira, 27 de maio de 2014

Flamengo estaria disputando Jonas com outros 5 Clubes.









Com a chegada do multimilionário Peter Lim ao Valencia, alguns jogadores devem perder espaço no time espanhol para a chegada de grandes jogadores. Um deles, é o atacante brasileiro Jonas, que contra o Celta de Vigo deve ter jogado sua última partida com a camisa do Valencia. Com contrato até junho de 2015, Jonas deve ser negociado na próxima janela de transferências, até para o clube espanhol não correr o risco de perdê-lo de graça.

E, ao que tudo indica, o destino do atacante de 30 anos será o mesmo um retorno ao futebol brasileiro, já que há cinco grandes clubes do país interessados em repatriar Jonas. De acordo com "Super Deporte", além do Grêmio, seu ex-clube, Corinthians, Internacional, São Paulo, Flamengo e Atlético Mineiro são os times que disputarão a contratação de Jonas, que nesta temporada atuou em 40 partidas e marcou 10 gols.

Desde 2011 no Valencia, Jonas acumula 157 partidas e 51 gols marcados


Fonte: Tigrão Futebol


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/05/Flamengo-estaria-disputando-Jonas-outros-5-Clubes.html

terça-feira, 29 de abril de 2014

Chips de Clubes representam 10% das vendas da TIM.









Os chips personalizados dos 11 times patrocinados pela TIM correspondem a 10% das vendas mensais no segmento pré-pago da operadora nas regiões em que estão disponíveis, segundo informou a companhia em um comunicado. O ranking de clubes em número de chips, como de costume, não foi revelado.

Há cerca de quatro anos, a empresa inaugurou uma nova propriedade nas camisas dos clubes, o interior do número, e desde então fechou patrocínios a Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Atlético-MG, Vasco, Cruzeiro, Vitória, Bahia, Grêmio e Internacional. O cliente que optar por ter um chip personalizado no plano pré-pago, o Infinity, recebe notícias, avisos de gols em tempo real, escalação da equipe e conteúdos para personalização do aparelho.

A TIM é líder no segmento de pré-pago no Brasil, com 61,6 milhões dos 212 milhões de clientes existentes em todo o país no mês de março. Na região em que tem sete dos 11 clubes de futebol patrocinados, a sudeste, no entanto, a operadora italiana está atrás da concorrente Vivo. A TIM tem 24,7 milhões de clientes, contra 25,5 milhões da companhia espanhola. Os dados são fornecidos pela Anatel.

Fonte: Máquina do Esporte


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/04/Chips-Clubes-representam-10-vendas-TIM.html

sábado, 19 de abril de 2014

Brasileirão 2014 tem 9 Clubes com patrocinadores estatais.









Em tempos de preparação para Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, as atenções se voltam, justificadamente, para a quantidade de dinheiro público gasta com os eventos. Que tal lançar o mesmo olhar sobre o futebol? Neste sábado, começa a Série A do Campeonato Brasileiro. Difícil encontrar na história da competição uma edição tão "turbinada" por verbas públicas.

Dos 20 participantes, nove entrarão em campo tendo como patrocinadores principais bancos públicos. Corinthians, Flamengo, Coritiba, Vitória, Atlético-PR, Figueirense e Chapecoense são patrocinados pela Caixa Econômica Federal. Já Grêmio e Internacional têm como patrocinador master o Banrisul. Ao todo, os clubes recebem R$ 103 milhões por ano das empresas públicas.

O Corinthians, com R$ 31 milhões anuais, lidera o ranking dos patrocínios estatais. Depois vem o Flamengo, com R$ 25 milhões. Os menores valores são do Figueirense, que recebe R$ 1,75 milhão por temporada, e da Chapecoense, que leva R$ 1 milhão.  O Banrisul gasta R$ 26 milhões por ano com os rivais gaúchos. Os dois patrocínios são idênticos: cada um leva R$ 13 milhões.

Outro detalhe chama atenção. Considerando que três times iniciam o torneio sem patrocinador principal - Santos, Sport e Palmeiras -, restam apenas oito que têm como principais financiadores empresas privadas. Dois deles têm, assim como os clubes apoiados por estatais, patrocínio de um banco. É o BMG, estampado nas camisas de Cruzeiro e Atlético-MG. Os demais são o Fluminense com a Unimed, o Goiás com a Philco, o Botafogo com a Guaraviton, o Bahia com a OAS, o São Paulo com a Semp Toshiba e o Criciúma com a Dotz.

Ou seja, são nove clubes com patrocinadores estatais e oito com financiamento privado.

O avanço da Caixa Econômica Federal inclui também a Série B. Na competição, Vasco, Avaí e Atlético-GO irão exibir a logomarca do banco. O ASA de Arapiraca, da Série C, também conseguiu patrocínio. Este último, no caso mais claro de influência política. O patrocínio foi negociado por interferência do senador Fernando Collor (PTB-AL).

Fonte: Blog do Mansur


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/04/Brasileirao-2014-9-Clubes-patrocinadores-estatais.html

terça-feira, 1 de abril de 2014

Veja os Clubes que mais devem ao Banco Central.









A inércia diante das dívidas só está fazendo os clubes se afundarem nas contas. Um exemplo é o débito que 23 times do futebol brasileiro têm com o Banco Central, cujo valor era, originalmente, R$ 81 milhões, mas, hoje (com correções), já está na casa dos 242 milhões. Isso significa um aumento aproximado de 198% do montante inicial.

A origem da dívida está nas multas aplicadas por irregularidades praticadas em transferências internacionais de jogadores, como, por exemplo, uma transformação indevida de valores em outras moedas para o Real.

O Top5 da “lista negra” do Banco Central tem Grêmio (que deve R$ 92,8 milhões), Paraná (R$ 25,8 milhões), Internacional (R$ 16,5 milhões), Sport (R$ 11,8 milhões) e Coritiba (R$ 11,3 milhões).

O cenário atual da dívida ativa dos clubes junto ao Banco Central foi entregue pelo próprio órgão à Comissão do Proforte da Câmara dos Deputados, que tenta desenvolver um projeto de quitação do débito das equipes junto à União.

– É um débito que tem que ser pago, indiscutivelmente. Vivemos em um momento no qual não pode haver mais escamoteamento de informações na contabilidade dos clubes. O problema foi criado porque omitiram informações ao Banco Central – afirmou o deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ), que é relator da Comissão do Proforte.

Na visão do parlamentar, o volume de dívidas deixa claro um problema de conduta dos dirigentes dos clubes brasileiros:

– É inadmissível que isso aconteça. Mostra que há uma falta de transparência na gestão dos clubes.


Fonte: 180 Graus


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/04/Veja-Clubes-mais-devem-Banco-Central.html