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domingo, 28 de setembro de 2014

Clubes pagam a conta de mais 'paz para arbitragem'.









A confusão em torno da marcação de pênaltis fez a CBF tomar a primeira medida concreta para tentar assegurar à arbitragem maior tranquilidade no comando das partidas: desde a última rodada, a entidade abandonou a tradicional prática de escalar quartos árbitros do mesmo estado dos jogos e passou a recorrer a profissionais de fora. A princípio, não se trata de um procedimento definitivo, mas ele será repetido no fim de semana.

A mudança de estratégia por parte da Comissão de Arbitragem deverá acarretar em custo maior para o mandante das partidas, que terão que bancar as despesas de mais um membro do quadro em seus compromissos.

Foi possível identificar um aumento nos gastos na última rodada. No empate com o Grêmio, nesta quarta-feira, o Fluminense teve de desembolsar R$ 12.950 mil, mais do que os R$ 10 mil registrados em visita do Palmeiras, também neste mês. O Coritiba, por outro lado, seguiu pagando R$ 7.250 mil.
  
Em confronto recente com o Bahia, na Fonte Nova, o quarto árbitro Johnn Hebert Alves Bispo teve papel fundamental na anulação de uma penalidade que aconteceu fora da área, mas que, ainda assim, fora assinalada pelo juiz Francisco Carlos de Nascimento (AL).

Ele voltou atrás após consulta a Johnn Hebert, pertencente à federação baiana.

Segundo apurado pela reportagem, situações como essa poderiam colocar em discussão a lisura desses profissionais. O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Côrrea, acredita também que, num momento em que o seu quadro sofre fortes críticas, a medida irá garantir maior tranquilidade a todo o quarteto.

"A gente entende que é importante ter árbitros neutros em todas as partidas e colocar para colaborar membros que venham de outros estados. Os atletas não conhecem e acabam respeitando mais. Temos acompanhado repetida indisciplina no lado do campo. Não é esse o principal fator motivador (lisura)", afirma Côrrea ao ESPN.com.br.

"Será um aumento ínfimo também, que, no fim, vale a pena", acrescenta.

Em geral, a escolha tem sido por quartos árbitros de estados próximos.

O confronto entre Figueirense e Palmeiras no próximo sábado, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, tem escalado, por exemplo, o paranaense Fabio Filipus.

Outro critério passa ainda pela escolha de profissionais que estejam trabalhando na cidade em datas próximas. O mineiro Cleisson Veloso Pereira desempenhará o papel de árbitro adicional no encontro entre São Paulo e Fluminense, neste sábado, no Morumbi, e irá trabalhar como quarto árbitro no dia seguinte, em Santos e Goiás, no Pacaembu.


Fonte: ESPN


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Clubes-pagam-conta-mais-paz-arbitragem.html

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Os erros de arbitragem atrapalharam o bom São Paulo x Fla.









Sim, foi um bom duelo no Cícero Pompeu de Toledo, mas que infelizmente foi ofuscado pela arbitragem. Decisões equivocadas, falta de comunicação por parte da equipe de arbitragem, e o pênalti inexistente, mas que foi marcado, para o São Paulo no início do segundo tempo, e, que foi defendido por Paulo Victor, ofuscaram as nuances técnicas e táticas presentes nos noventa minutos de jogo;

A arbitragem vem roubando as atenções desse campeonato brasileiro, e faz com que as questões técnicas e táticas inseridas no jogo de futebol sejam esquecidas por todos. Mas chega de falar dos erros do juiz, vamos falar, enfim, de tática.

O duelo começou com o São Paulo propondo o jogo e o Flamengo abdicando da posse e cedendo o seu campo ofensivo ao adversário, porém, faltou mais velocidade na transição defesa-ataque do 4-4-2 do Tricolor, tanto que Muricy Ramalho reclamou disso no decorrer da partida, o que deixava a equipe mandante mais previsível, engessada e lenta, e, como o São Paulo avançava demais os seus jogadores no campo ofensivo, os espaços deixados para o contragolpe flamenguista após retomar a pelota eram demasiados, principalmente pela direita com Auro, e Luxemburgo enxergou muito bem esse defeito do rival, e mexeu bem no posicionamento de Gabriel.

Originalmente centralizado na linha de três do 4-2-3-1, o camisa 17 tinha a liberdade de se movimentar pelos flancos para gerar superioridade numérica, e, de encostar em Alecsandro, como um "falso atacante", como Luxemburgo disse na entrevista antes da bola rolar. Mas a velocidade de Gabriel foi alocada para a ponta direita, onde ele deitou e rolou em cima dos espaços deixados por Auro, e foi esse o caminho para que o Flamengo empatasse o confronto que tivera seu placar aberto após Ceni cobrar penalidade originada numa das únicas jogadas bem trabalhadas pelo tricolor no primeiro tempo, com marcação avançada e toque de bola seguro, no chão.

Falha de recomposição de Auro, que resultou no gol de Éverton.

O Flamengo se mostrou mais sólido e competente dentro da sua proposta de jogo, e foi merecedor da vitória no Morumbi, que só não veio devido ao "abafa" tricolor no final do jogo mesmo com um a menos, o que é natural para um time que não vence há duas partidas.

O São Paulo precisa se movimentar e achar mais alternativas de jogo para chegar ao gol, e o Flamengo se mostra sólido dentro do elenco que tem, e deve se manter razoavelmente na primeira divisão para que, talvez, o "pôjeto" de Luxemburgo comece a dar frutos no próximo ano.



Fonte: A Prancheta Tática


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Os-erros-arbitragem-atrapalharam-bom-Sao-Paulo-Fla.html

domingo, 21 de setembro de 2014

Luxa aponta erros da arbitragem, mas rechaça chororô.









Vanderlei Luxemburgo não gostou da atuação do árbitro da partida contra o Fluminense neste sábado. Após o empate em 1 a 1 no Maracanã - Eduardo da Silva abriu o placar e Fred empatou -, o técnico rubro-negro destacou alguns pontos que não concordou por parte da arbitragem. Uma delas teria sido justamente o gol do adversário, o qual julga ter sido irregular.

- Não estava nos outros dois jogos. Tenho que avaliar o jogo de hoje. O Flamengo teve uma proposta de jogo e nos mantivemos em cima dela o jogo todo. Conseguimos o gol. Acho que o gol do Fluminense foi irregular. O Fred acho que empurra o Chicão, e também não foi falta do Cáceres. Coisa que se deve ter a preocupação. Erros e acertos fazem parte, não a campanha. Em um lugar onde tem 40 pontos de audiência, começa a falar que o Flamengo é favorecido, é complicado... O que existe é erro e acerto para todas as equipes. São coisas que discutimos todos os anos - explica, completando:

- Jogo no Rio de Janeiro, com dois grandes times, e vem um árbitro de Belém, que não conhece a nossa característica... Deu cartão no primeiro tempo, o qual achei correto. No segundo, teve reincidência do Conca, e ele não deu. No Jean, não deu. Na sequência, deu para quem não era reincidente na mesma jogada. Não pode ficar falando que um clube é privilegiado. Entra ano, sai ano, estamos falando disso. Aí vem um árbitro de outros centros menos evoluídos, com menos clássicos, e acontece isso aí.


Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/09/Luxa-aponta-erros-arbitragem-rechaca-chororo.html

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Vasco x Flamengo: baixo público, mas contra arbitragem.








Se fora do estádio o clima era ameno, e as duas torcidas até se misturavam – o que pouco se via em clássicos passados, antes da reforma do Maracanã –, dentro dele a situação mudou. O público foi abaixo do esperado para um Clássico dos Milhões: 26.242 presentes (com 20.844 pagantes). Mas, quando as cadeiras começaram a ser ocupadas, ainda que muitos espaços vazios fossem vistos, as camisas relembraram o real propósito daquela rivalidade: domingo. Vasco x Flamengo. Um time que disputará a Série B do Campeonato Brasileiro de 2014, e outro que tenta a classificação para as oitavas da Libertadores. Não importa, o dia era de final do Carioca. Aquela que não acontecia há dez anos. E o primeiro jogo foi mais do que suficiente para as habituais provocações de parte a parte.

Os times em campo, os hinos cantados. Quando os vascaínos cresciam na arquibancada, os rubro-negros não perdoavam: "Isso aqui não é Vasco, isso aqui é Flamengo". E logo recebiam um efusivo xingamento de repreensão. Em campo, o time de Adilson Batista respondeu rápido: na cobrança de escanteio de Douglas, Rodrigo não desperdiçou: 1 a 0. O zagueiro e seus companheiros comemoraram em direção à torcida rival, em provocação.

Durante o primeiro tempo, o clima começou a ser delineado: não era um espetáculo, nem dos times, nem das torcidas. Reclamações, vaias, ressentimento. Campeão da Copa do Brasil pelo Vasco em 2011, Alecsandro ouviu xingamentos. No campo, as faltas eram constantes.

Expulsão, pressão e reclamação


No início do segundo tempo, a expulsão de Éverton Costa era tudo o que a torcida do Flamengo precisava para crescer ainda mais, e para a do Vasco apontar um alvo ao qual direcionar as reclamações: o árbitro Rodrigo Nunes de Sá. Adilson Batista sentiu o golpe – tanto nas arquibancadas quanto no campo - por não ter substituído Éverton Costa antes de ele ser expulso. O comportamento do atacante, com algumas faltas, logo no início do segundo tempo, já indicava um contratempo. Ao final da partida, foram 60 infrações: 33 do Fla e 27 do Vasco.

Vai, Paulinho


A insatisfação da torcida do Vasco consolidou-se quando Paulinho acertou uma bomba de fora da área e deixou tudo igual no placar. Explosão vermelha e preta de felicidade nas arquibancadas. E o gol foi logo do camisa 26, que vem caindo nas graças dos rubro-negros - na última quarta-feira, marcou o gol da vitória sobre o Emelec, no Equador.


- O Jayme já vinha me cobrando para eu chutar mais ao gol. Não posso deixar de agradecer ao Alecsandro pelo passe de peito. O time entrou desatendo, mas, durante o intervalo, acertamos, e voltamos com mais garra. Entramos com o mesmo espírito de quarta-feira – disse Paulinho, com referência à vitória na Libertadores.

Insatisfação com a arbitragem


Nas arquibancadas, as torcidas apontavam suas "verdades": para o rubro-negro, o Vasco foi beneficiado, e vice-versa. A situação foi estendida até as salas de imprensa, onde os presidentes Eduardo Bandeira de Mello e Roberto Dinamite mostraram insatisfação com o juiz Rodrigo Nunes de Sá. Os técnicos também compraram a briga dos mandatários. Mas o que mais incomodou Jayme, foi o "jogo feio".

- Toda hora parava. Toda hora. Não foi um jogo muito bonito. Muitas faltas, muitas paralisações. As pessoas falam que o time tem que jogar feio na final, pra vencer, mas eu não sou a favor disso não. O jogo passou, e pouco futebol foi jogado - ressaltou o comandante rubro-negro.

Sem lances bonitos, chapéus, canetas, chutes venenosos ou o que quer que enfeite a estética de uma partida de futebol, restavam às torcidas as provocações. O grito de "vice para sempre" ecoava daqueles que possuem a vantagem do empate no segundo jogo. Do outro lado, os vascaínos apoiavam sua equipe. Apito final, aplausos de incentivo aos dois times, e domingo tem mais.


Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/04/Vasco-Flamengo-baixo-publico-mas-contra-arbitragem.html