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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Torcida do Flamengo pode estabelecer novo recorde de público.









Desde que retornou à Gávea, o técnico Vanderlei Luxemburgo fez questão de deixar bem claro que a torcida rubro-negra teria papel fundamental na luta do Flamengo contra o rebaixamento. E o discurso não parece ser da boca para fora. Os torcedores estão comprando a briga e mais uma vez, agora diante do Atlético-MG, o Maracanã vai receber um grande público. Até a manhã desta quarta-feira, 25 mil ingressos já haviam sido vendidos e a expectativa é de que recorde de público do Brasileirão seja batido na noite de hoje. O empate em 1x1 entre São Paulo e Criciúma, no Morumbi, detém a melhor marca até aqui com 46.512 torcedores. A bola rola às 22h.

As bilheterias da sede do Flamengo ,na Gávea, só venderão ingressos para o jogo desta quarta-feira com o Atlético MG para sócios torcedores do clube. Quem ainda não comprou terá que ir ao Maracanã. Acima, ouça a reportagem completa de Cláudio Perrout.


Fonte: Rádio Globo


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/08/Torcida-Flamengo-pode-estabelecer-novo-recorde-publico.html

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mineirão tem vexame histórico e recorde de público.









Com quase 100% de sua capacidade máxima, o Mineirão viu o maior vexame da história da seleção brasileira. Das 58.170 cadeiras do Mineirão, 58.141 estavam ocupadas para ver a goleada da Alemanha pra cima do Brasil por 7 a 1. Com 5 a 0 para os alemães já no intervalo, vários torcedores deixaram o estádio e não viram o final da partida.

O recorde de público, até então era do jogo Costa Rica 0 x 0 Inglaterra, que recebeu 57.823 torcedores pagantes. A partida entre Brasil e Chile, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, disputada dia 28 de junho e que teve enorme procura por ingressos teve 57.714 pagantes.

Antes do início do Mundial de 2014, o maior público do Mineirão havia sido registrado na partida entre Brasil e Uruguai, vencida pelos brasileiros por 2 a 1, na semifinal da Copa das Confederações do ano passado, quando o estádio recebeu 57.483 torcedores. Em quarto lugar na lista surge Colômbia e Grécia, outro jogo da Copa do Mundo de 2014, com 57.174 pessoas pagando pelos ingressos.

Confira os maiores públicos do "novo" Mineirão:

Brasil 1 x 7 Alemanha – Copa do Mundo 2014 – 58.141 pagantes
Costa Rica 0 x 0 Inglaterra – Copa do Mundo 2014 – 57.823 pagantes
Brasil 0 x 0 Chile – Copa do Mundo 2014 – 57.714 pagantes
Argentina 1 x 0 Irã – Copa do Mundo 2014 – 57.698 pagantes
Brasil 2 x 1 Uruguai – Copa das Confederações 2013 - 57.483 pagantes
Colômbia 3 x 0 Grécia – Copa do Mundo 2014 – 57.174 pagantes
Cruzeiro 3 x 0 Grêmio – Campeonato Brasileiro 2013 - 56.864 pagantes
Bélgica 2 x 1 Argélia – Copa do Mundo 2014 – 56.800 pagantes
Atlético-MG 2 x 0 Olimpia – Final da Libertadores 2013 - 56.557 pagantes
Brasil 2 x 2 Chile – Amistoso em 2013 – 53.331 pagantes
Cruzeiro 2 x 1 Atlético – Campeonato Mineiro 2013 - 52.989 pagantes

Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/07/Mineirao-tem-vexame-historico-recorde-publico.html

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Vasco x Flamengo: baixo público, mas contra arbitragem.








Se fora do estádio o clima era ameno, e as duas torcidas até se misturavam – o que pouco se via em clássicos passados, antes da reforma do Maracanã –, dentro dele a situação mudou. O público foi abaixo do esperado para um Clássico dos Milhões: 26.242 presentes (com 20.844 pagantes). Mas, quando as cadeiras começaram a ser ocupadas, ainda que muitos espaços vazios fossem vistos, as camisas relembraram o real propósito daquela rivalidade: domingo. Vasco x Flamengo. Um time que disputará a Série B do Campeonato Brasileiro de 2014, e outro que tenta a classificação para as oitavas da Libertadores. Não importa, o dia era de final do Carioca. Aquela que não acontecia há dez anos. E o primeiro jogo foi mais do que suficiente para as habituais provocações de parte a parte.

Os times em campo, os hinos cantados. Quando os vascaínos cresciam na arquibancada, os rubro-negros não perdoavam: "Isso aqui não é Vasco, isso aqui é Flamengo". E logo recebiam um efusivo xingamento de repreensão. Em campo, o time de Adilson Batista respondeu rápido: na cobrança de escanteio de Douglas, Rodrigo não desperdiçou: 1 a 0. O zagueiro e seus companheiros comemoraram em direção à torcida rival, em provocação.

Durante o primeiro tempo, o clima começou a ser delineado: não era um espetáculo, nem dos times, nem das torcidas. Reclamações, vaias, ressentimento. Campeão da Copa do Brasil pelo Vasco em 2011, Alecsandro ouviu xingamentos. No campo, as faltas eram constantes.

Expulsão, pressão e reclamação


No início do segundo tempo, a expulsão de Éverton Costa era tudo o que a torcida do Flamengo precisava para crescer ainda mais, e para a do Vasco apontar um alvo ao qual direcionar as reclamações: o árbitro Rodrigo Nunes de Sá. Adilson Batista sentiu o golpe – tanto nas arquibancadas quanto no campo - por não ter substituído Éverton Costa antes de ele ser expulso. O comportamento do atacante, com algumas faltas, logo no início do segundo tempo, já indicava um contratempo. Ao final da partida, foram 60 infrações: 33 do Fla e 27 do Vasco.

Vai, Paulinho


A insatisfação da torcida do Vasco consolidou-se quando Paulinho acertou uma bomba de fora da área e deixou tudo igual no placar. Explosão vermelha e preta de felicidade nas arquibancadas. E o gol foi logo do camisa 26, que vem caindo nas graças dos rubro-negros - na última quarta-feira, marcou o gol da vitória sobre o Emelec, no Equador.


- O Jayme já vinha me cobrando para eu chutar mais ao gol. Não posso deixar de agradecer ao Alecsandro pelo passe de peito. O time entrou desatendo, mas, durante o intervalo, acertamos, e voltamos com mais garra. Entramos com o mesmo espírito de quarta-feira – disse Paulinho, com referência à vitória na Libertadores.

Insatisfação com a arbitragem


Nas arquibancadas, as torcidas apontavam suas "verdades": para o rubro-negro, o Vasco foi beneficiado, e vice-versa. A situação foi estendida até as salas de imprensa, onde os presidentes Eduardo Bandeira de Mello e Roberto Dinamite mostraram insatisfação com o juiz Rodrigo Nunes de Sá. Os técnicos também compraram a briga dos mandatários. Mas o que mais incomodou Jayme, foi o "jogo feio".

- Toda hora parava. Toda hora. Não foi um jogo muito bonito. Muitas faltas, muitas paralisações. As pessoas falam que o time tem que jogar feio na final, pra vencer, mas eu não sou a favor disso não. O jogo passou, e pouco futebol foi jogado - ressaltou o comandante rubro-negro.

Sem lances bonitos, chapéus, canetas, chutes venenosos ou o que quer que enfeite a estética de uma partida de futebol, restavam às torcidas as provocações. O grito de "vice para sempre" ecoava daqueles que possuem a vantagem do empate no segundo jogo. Do outro lado, os vascaínos apoiavam sua equipe. Apito final, aplausos de incentivo aos dois times, e domingo tem mais.


Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/04/Vasco-Flamengo-baixo-publico-mas-contra-arbitragem.html