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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Resenha do livro a.Z.--d,Z.: o Flamengo e o mundo antes e depois de Zico, de Aldizio Tabosa e Marcelo Rosenthal (Rio de Janeiro: Editora Maquinária, 2014)


















Zico é um marco na história do Flamengo. Foi com o Galinho
em campo que o Flamengo conquistou quatro títulos brasileiros (1980, 1982,
1983, 1987), uma Libertadores e o Mundial Interclubes (1981) e sete Cariocas
(1972 — campeonato em Zico disputou poucos jogos como reserva — 1974, 1978,
1979-!979 Especial, 1981 e 1986), além de outros torneios nacionais e
internacionais.


O a.Z.--d,Z. : o
Flamengo e o mundo antes e depois de Zico presta uma homenagem a Zico narrando
historias de torcedores em jogos do Flamengo em 1968, 1972, 1978, 1985, 1987.
1995, 2000, 2004 e 2007. O grande diferencial do livro é relembrar o que acontecia
na vida do maior ídolo rubro-negro e destacar fatos históricos, culturais e
esportivos ocorridos no ano de cada partida, entrelaçando futebol, teatro,
cinema, música, literatura, novelas de TV e vários esportes (entre eles
automobilismo, vôlei, basquete nas Olimpíadas).


Só na primeira história (que acontece em 1968), o Flamengo perde.
Entre as décadas de 1970 e 2000 são narradas vitórias do Mengão.


Gostei muito da história da família que vai ao Maracanã ver
a final da Taça GB de 72 e presencia a atuação de Zico na preliminar fazendo
dois gols no Tricolor e o show que o Flamengo de Liminha, Caio Cambalhota,
Doval e Paulo Cesar Caju deu no Flu.


A história do menino que confessa ao pai vascaíno que virou
Flamengo na final do Carioca de 78 e fica super feliz com o mítico gol de
Rondinelli no Vasco também me emocionou.


Fiquei arrepiada com a aventura e raça de dois rubro-negros
para curtir a vitória do Mengão na semifinal do Brasileiro de 87 em pleno
Mineirão superando as condições mais adversas para ver Zico, Bebeto e Renato
Gaúcho e Cia depenarem o Galo Mineiro.


Ri muito com a história do torcedor rubro-negro que briga
com a namorada para bebemorar uma goleada do Fla no Bota em 85 e encontra seu verdadeiro
amor graças à paixão pelo Mengão. A narrativa explora os vários sentidos da palavra
“decisão”.


Também me diverti com a história de um flamenguista no
velório de um vascaíno no dia da final do Carioca de 2004.


Foi bom recordar a vitória na Taça GB contra o Bota em 1995,
uma goleada em que o Flamengo venceu o Vasco por 4 a 2 no mesmo ano e a
conquista do Carioca em 2000 em divertidas histórias.


O humor também impera na história que fecha o livro narrando
a despedida de solteiro de um flamenguista durante a arrancada do Mengão no
Brasileiro de 2007, saindo da zona de rebaixamento e chegando ao G4.


Só senti falta de uma história que relembrasse uma das
grandes conquistas do Flamengo entre 1980 e 1983. Apesar disso, gostei do
livro.




Assim, como é ressaltado na orelha do livro, no prefácio
assinado por Zico e no comentário de Paschoal Ambrósio Filho em comentário na
contracapa da obra, com uma mistura de drama, romance e aventura e muita
criatividade, Aldizio Tabosa e Marcelo Rosenthal homenageiam Zico traçando um
painel da vida de nosso maior ídolo, relembrando jogos e conquistas do Mengão no
contexto histórico-cultural e esportivo em que estas ocorreram. Por isso, convido
o leitor a entrar no túnel de tempo de a.Z,--d,Z,,
,
mais uma obra que reverencia merecidamente o maior jogador da história
rubro-negra e um dos maiores ídolos do futebol mundial. 



SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2014/12/resenha-do-livro-az-dz-o-flamengo-e-o.html

domingo, 14 de dezembro de 2014

Paulo Victor, do Flamengo, se casa no Rio de Janeiro.










O goleiro Paulo Victor se casou na noite deste sábado. O jogador do Flamengo, que já havia feito a união civil no fim de outubro, quando chegou a deixar o treino de helicóptero para encontrar a então noiva, realizou a cerimônia religiosa e a recepção neste fim de semana. Em seu Instagram, o atleta divulgou momentos pré e pós casamento com Priscila Loureiro.

- Enfim casados!!!! SIM SIM SIM!!! #casamentopriepv #DEUSéFIEL - escreveu Paulo Victor na rede social ao registrar momento do casal dentro do carro.

Entre os convidados da festa, que ocorre no Copacabana Palace, na zona sul do Rio, colegas de Flamengo e ex-companheiros de clube marcaram presença. Marcelo Moreno foi acompanhado da esposa Marilisy Antonelli. O mesmo com Everton, que esteve com a mulher Juliane, e Vagner Love, com a noiva Lucilene Pires. Os jogadores e suas respectivas também usaram o Instagram para divulgar imagens do evento e desejar felicidades ao casal.

- Hoje é o casório do amigo, conselheiro, irmão... Desejo tudo de bom e que Deus continue te abençoando!!! Tmj manee @paulovictor48 - publicou o colega de Fla, Muralha, que marcou presença com a namorada Thássia Goulart.

- Enfim chegou o grande dia... Parabéns, @paulovictor48 e @priloureiro, que Deus abençoe essa nova etapa da vida de vocês, e que vocês sejam muito felizes... Felicidades ao casal... - postou Everton.


Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/12/paulo-victor-do-flamengo-se-casa-no-rio-de-janeiro.html

domingo, 22 de junho de 2014

Odebrecht espera definir Arena do Flamengo até janeiro.









Ao ser entrevistado pela rádio Bradesco esportes FM, o diretor de desenvolvimento de Negócios da Odebrecht, João Borba Filho, afirmou estar super satisfeito com o desempenho das estruturas físicas disponibilizadas pelas Arenas que foram construídas pela Odebrecht.

- Entendo que todas elas estão de acordo com todas as exigências que foram pré-estabelecidas pela Fifa, conforto, beleza e segurança são primordiais para que se receba um evento dessa magnitude. A Odebrecht tem plena convicção de que todas as Arenas construídas por elas estão à altura do maior de todos os eventos futebolísticos, já que como pais sede somos responsáveis pelo recebimento de pessoas de todos os cantos do planeta para assistir aos jogos da Copa do Mundo.

João Borba afirmou também que a construção de novas arenas não se encerrou.

- Temos vários negócios em andamento, até mesmo no exterior, aqui no Brasil o que está mais adiantado é a construção de uma Arena para o Flamengo. Isso deve ser definido até janeiro de 2015. Existe essa vontade do clube assim como a nossa também, estamos negociando com a diretoria deles para definir de que forma essa situação será conduzida para autorizações de todas as esferas, municipal e estadual, o Rio de janeiro merece ter outra Arena moderna além do Maracanã.

A Arena teria capacidade entre 25-30 mil pessoas, em troca de um contrato assinado por 35 anos com o consórcio Maracanã S.A, onde seria obrigado a disputar todos os clássicos no Rio, dividindo despesas e renda 50%. Os demais jogos seriam na nova Arena.

Fonte: Bradesco Esportes


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Odebrecht-espera-definir-Arena-Flamengo-ate-janeiro.html

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Times pequenos do Rio de Janeiro sofrem para sobreviver.










Longe do futebol cercado pela mídia e por altos investimentos, está outro: aquele em que jogadores lutam para se sustentar com contratos temporários, dirigentes para manter o centro de treinamento em pé e torcedores para simplesmente ter notícias de seu time. No Rio, esse é o caso de diversos clubes de menor investimento, fora do grupo dos “grandes”: Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco. Para times como Olaria, São Cristóvão e Ceres do Bangu, a visibilidade intensificada pela Copa do Mundo no país não diz respeito a sua realidade.

Um dos times mais antigos do Rio de Janeiro, fundado em 1898, o São Cristóvão vive atualmente com uma renda mensal de R$100 mil. O dinheiro cobre, a duras penas, o futebol profissional, o sub-20, sub-17 e sub-15, além dos salários da comissão técnica, do treinador, roupeiro, massagista e fisioterapeuta. Os contratos com os jogadores costumam durar 4 meses, duração do Campeonato Carioca – atualmente, o “Tóvão”, como é carinhosamente chamado, está na série C da competição.

O centro de treinamento do “São Cri-Cri” conta com uma sala de musculação modesta e um campo de futebol. Uma das reclamações do dirigente Renato Campos é falta de médicos para a equipe. “Teve um dia em que eu tive que levar um jogador para o hospital de carro porque só tinha um médico para 44 garotos, isso não pode acontecer”, lembra Campos. A principal fonte de receita do clube é o aluguel de duas churrasqueiras, uma quadra, um campo e um salão de festas. “Fora o meu próprio dinheiro, que coloco quando falta alguma coisa”, adiciona o presidente do clube, Emmanoel França.

É na raça que o Ceres de Bangu, fundado em 1933, também sobrevive. O dirigente Winston Soares não revelou o orçamento anual do time, mas afirma que o clube se mantém com doações de torcedores. Atualmente na série B do campeonato, o centro de treinamento é precário: dois campos estão tomados por capim e outro, de grama sintética, está cheia de buracos.

O jeito acaba sendo treinar no campo que deveria ser usado apenas em jogos oficiais.  “Nós estamos trabalhando para melhorar e sentimos falta de uma estrutura principalmente em momentos decisivos do Carioca, onde o preparo do jogador faz diferença”, diz. “A gente fica muito triste quando vê movimentos como o Bom Senso Futebol Clube, onde uma minoria de jogadores reclama que trabalha muito, mesmo com altos salários. A realidade de 90% dos clubes brasileiros é o jogador trabalhar quatro meses e ficar desempregado”, revela.

Times pequenos desejam visibilidade

No clube Olaria, a estrutura é um pouco melhor. Há piscinas, campos, saunas e academia. A renda vem de patrocínios, da receita de sócios e do aluguel do espaço.  Equilibrar as contas, no entanto, não é fácil, como conta o presidente Augusto Pinto Monteiro.  “É muito difícil se manter no futebol, são muitas contas para pagar e acho que a mídia deveria dar mais espaço para os times pequenos. Assim as oportunidades poderiam surgir. O Olaria é um time com muitas histórias, revelou o Romário e não merecia estar passando por essas dificuldades”, declara.

A reivindicação por espaço na mídia parece ser unânime no meio. “Eu queria que tivesse uma lei que determinasse que a mídia transmitisse de 10 a 15 minutos de conteúdo sobre times pequenos, para que nossa história não seja esquecida”, sugere Emmanoel França, presidente do São Cristóvão. O torcedor do Olaria, Victor Vianna, também lamenta a situação. “Ninguém cobre o Olaria, dificilmente tem algo na grande mídia. Há uns 4 anos, um grupo de torcedores criou uma rádio oficial do clube, para transmitir todos os jogos e dar noticias do dia-a-dia do clube. Em muitos jogos, ficamos à mercê, pois não temos notícias dos jogos além da internet e de algumas rádios”, conta.

Torcedor do Ceres, Leonardo Vieira, afirma que a grande mídia “ignora” os times pequenos, mas lembra que algumas mídias especializadas em clubes de menos investimento os trata “com o maior respeito”. Para ele, a estrutura do Campeonato Carioca também é desfavorável aos pequenos times. “Ele dificulta o acesso e a classificação dos clubes de divisões inferiores às fases finais no campeonato principal. Isso gera pouca atratividade e competitividade no torneio”, afirma.

Vocação por revelar talentos

Times como São Cristóvão, Olaria e Ceres, além de ter vínculo histórico com seu lugar de origem, são os grandes responsáveis pela formação dos atletas brasileiros, segundo o jornalista esportivo Stefano Salles. Autor do blog “Deu Zebra”, no site do Globo, especializado na cobertura de times de menos investimento, Salles sugere uma fonte de renda para estes clubes.

“Ser jogador de futebol é o grande sonho dos meninos brasileiros e os grandes clubes não têm condições de receber e formar todos esses atletas. Então, eles começam nos clubes que os oferecem oportunidades, e a negociação futura desses atletas teria tudo para ser a principal fonte de renda desses clubes”, afirma, lembrando que as negociações nem sempre são justas para os times de origem.

Um dos grandes exemplos do papel dos pequenos clubes na revelação de talentos é Ronaldo “Fenômeno”, revelado pelo São Cristóvão. “Ele era um cara que não faltava treino e não chegava atrasado, apesar das suas dificuldades. Por isso, chegou, aonde chegou. Fico feliz por ter participado disso dentro do São Cristóvão”, afirma o dirigente Renato Campos, também um torcedor apaixonado.

Dentre os clubes de menor investimento no país, Stefano Salles classifica três tipos: o clube orgânico, o clube de prefeitura e o clube-empresa. Os primeiros, no qual se encaixam São Cristóvão, Olaria e Ceres, são aqueles surgidos espontaneamente e com grande representatividade comunitária. Nos outros dois casos, poder municipal e empresas investem em times que alcançam resultados expressivos a curto e médio prazo, tornando seus patrocinadores mais conhecidos.

Fonte: Brasil 247


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/06/Times-pequenos-Rio-de-Janeiro-sofrem-para-sobreviver.html

terça-feira, 1 de abril de 2014

Quem é o maior vice do Rio de Janeiro?









A final entre  Flamengo e Vasco provoca grandes discussões entre seus torcedores e que também são trazidas à imprensa. A superioridade rubro-negra nos últimos confrontos aliada a péssima fase que o Gigante da Colina vem conhecendo nas última década provoca uma vantagem nas provocações dos torcedores flamenguistas, sobretudo os mais jovens. Contudo, o glorioso período do Vasco na década de 1990 permite aos seus torcedores, principalmente aqueles  já nas faixas dos 30 anos de idade, se vangloriarem. Essa discussão é interminável e, a depender da geração, determina a vantagem de um ou outro clube.

Entretanto, é inegável que o Clássico dos milhões lança em discussão as recentes derrotas que o Vasco teve diante do Flamengo nas últimas finais de campeonato que disputaram. Só no Carioca, por exemplo, as últimas quatro finais (1999, 2000, 2001 e 2004) terminaram com o êxito dos rubro-negro sobre os vascaínos, bem como também o foi a final da Copa do Brasil em 2006.

Recentemente, um importante jornal do Rio de Janeiro publicou uma manchete curiosa a respeito deste confronto e que gerou forte insatisfação por parte da torcida e da diretoria do Vasco. A matéria, em si, não é relevante para este post, mas ajuda a elucidar quem é o time que mais vezes foi vice-campeão no Campeonato Carioca. É sabido que o Flamengo é, hoje, o maior vencedor do torneio com 32 títulos. Atrás do rubro-negro seguem Fluminense, 31; Vasco, 22; Botafogo, 20; América, 1; e Bangu, 1. Entretanto, pouca gente sabe quem é o clube que mais vezes ficou na 2ª posição.

Americano, Andarahy, Bonsucesso, Olaria, S.C. Americano, São Cristovão e Volta Redonda já chegaram a final do Cariocão, mas foi derrotados  e ficaram para a história com apenas 1 vice-campeonato. O Madureira, um dos mais tradicionais times do subúrbio carioca, também não levantou o troféu de campeão carioca, mas já amargou por duas vezes o vice-campeonato.

América e Bangu são, dos chamados pequenos, os únicos que sentiram o prazer se ser campeão carioca, mas também já sofreram o desgosto de ser o 2º a chegar mais perto disso. O Mecão já ficou 5 vezes no 2ª lugar, enquanto que o Alvirubro Suburbano ocupou esse posto em 6 oportunidades.

Entre os grandes, por sua vez, o Fluminense é que menos vezes foi vice-campeão, já que em apenas 16 campeonatos terminou em 2º lugar. Com dois vices a mais o Botafogo (18) é o próximo da lista. O Vasco tem 23 vice-campeonatos, um a mais do que o número de vezes em que foi campeão, mas oito a menos do que o Flamengo que, com 31 vice-campeonatos, é quem mais vezes ficou em 2º lugar ao longo de toda a história do Cariocão.

Isso, porém, não é motivo de vergonha, como tradicionalmente ocorre no Brasil. A depender do time e da campanha que se faz, o 2º lugar tem o verdadeiro valor que possui: o de que, como a exceção do campeão, quem ocupa esse posto foi melhor do que todos os demais concorrentes.

Fonte: Lanceativo


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/04/Quem-e-maior-vice-Rio-de-Janeiro.html