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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Criticados por choro são os que mais jogam bola na Seleção.









Neymar chorou no Hino Nacional. Julio César foi às lágrimas antes da disputa de pênaltis. Thiago Silva desabou ao ver a eliminação de perto contra o Chile. David Luiz chorou ao fazer seu primeiro gol com a camisa da seleção brasileira. O que isso significa? Que, talvez, o problema da equipe não seja esse. Os “chorões” são justamente os melhores jogadores do Brasil na Copa do Mundo.

Não há quem conteste até agora a participação desse quarteto. Ao lado do volante Luiz Gustavo, suspenso para a partida de sexta-feira diante da Colômbia, são os mais regulares. E as manifestações de emoção mais exageradas até agora partiram deles.


Nada chamou mais atenção do que a expressão abalada do capitão Thiago Silva antes de os pênaltis serem cobrados. Ele sentou-se sobre a bola, isolado, e pediu a Luiz Felipe Scolari que fosse o último entre todos os atletas a bater, caso fosse preciso. Não foi. O zagueiro admitiu ter exagerado, mas acha que acertou ao revelar que não estava se sentindo bem e ir para o fim da lista.

Ele também nega que o risco de eliminação tenha interferido em suas atuações. E tem razão. Thiago foi eleito para a seleção da Fifa da primeira fase da Copa do Mundo e, em quatro jogos, cometeu apenas duas faltas, número que impressiona para um zagueiro.

Com o abalo do parceiro de zaga, foi David Luiz quem assumiu o posto de capitão na prática. Abriu a cobrança de pênaltis mesmo com dor nas costas e foi quem recebeu os demais companheiros que bateram: comemorou com Marcelo e Neymar, e consolou Willian e Hulk. Com a vitória confirmada, desabou em lágrimas, que já haviam surgido no tempo normal, quando fez seu primeiro gol.

David faz dupla com Thiago Silva também na equipe ideal da Fifa. É outro que passa completamente imune a críticas desde o início, mesmo com a emoção à flor da pele. Assim como Julio César, que não escondeu o choro no momento mais tenso da Copa até aqui, entre a prorrogação e os pênaltis contra o Chile. A cena assustou, mas ele defendeu duas cobranças e foi o herói da classificação.

Neymar é vice-artilheiro do Mundial com quatro gols. Nem se lembram de que ele chorou durante a execução do Hino Nacional em Fortaleza, no duelo com o México. Por outro lado, não se viu até agora nenhuma grande manifestação de descontrole de atletas que não estão rendendo o esperado.

Daniel Alves, Paulinho, Fred, Oscar... Seus números são inferiores. Sem lágrimas e sem bom futebol. Explicações técnicas dizem que o choro pode fazer bem à pessoa, pois significa o alívio de uma situação de tensão, a liberação de um sentimento que pode ser reprimido. No caso da seleção brasileira, os "chorões" vêm comprovando essa teoria.

Além do trabalho psicológico, que volta a ter a presença da profissional Regina Brandão, Felipão também terá de resolver outros problemas para fazer os que não choram jogarem bem.

Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/07/Criticados-choro-sao-mais-jogam-bola-Selecao.html

domingo, 30 de março de 2014

Brilho de Mugni e choro de Hernane marcam o triunfo do Flamengo.









Voltou a ser fácil. Em apenas 18 minutos, Mugni marcou dois gols e praticamente selou a passagem do Flamengo para a final do Campeonato Carioca. A vitória por 3 a 1 sobre a Cabofriense, neste sábado, foi bem tranquila em grande parte pela boa atuação do camisa 10 argentino. Outro que costumava ser perseguido pela torcida, João Paulo também teve seu brilho com um gol e uma bola na trave, ainda que tenha cochilado no gol do time da Região dos Lagos. Mas nem tudo foi bom para a torcida rubro-negra. As dores de Hernane, que levou joelhada na região lombar, custaram-lhe a substituição, choro e preocupação para o jogo de quarta-feira, contra o Emelec. Samir também deu susto, ao sofrer uma sarrafada ainda no primeiro tempo. E Alecsandro poderia ter feito o quarto gol, se não achasse que estivesse impedido. É o melhor da vitória rubro-negra.

As dores do Brocador

Parecia que Hernane teria sua noite de brilho. Disposição não faltava ao camisa 9, que arrancou aplausos da torcida ao roubar bola na defesa do Flamengo. Teve até uma chance de marcar, após bom passe de Mugni. Mas o que marcou mesmo foi a joelhada que recebeu do zagueiro Luizão. O camisa 9 tentou voltar, mas saiu de maca e, embora vá viajar para Guayaquil, não está confirmado no jogo contra o Emelec, pela Libertadores. No banco de reservas, não escondeu a tristeza. E em entrevista reclamou da maldade do zagueiro da Cabofriense no lance.

O camisa 10

Desde que chegou à Gávea, este ano, o argentino Lucas Mugni estava devendo. Com a mítica camisa 10, só neste sábado teve uma atuação digna. A jogada individual no primeiro gol, aos 8 minutos, e a boa cabeçada, ao se aproveitar a má saída do goleiro Cetin, aos 18, foram decisivas para o triunfo. Mas ele ainda fez mais, como o passe de calcanhar para Hernane bater em cima do goleiro. Finalmente, saiu de campo aplaudido pela torcida. Com justiça.

Ele convenceu

Outro renegado pela torcida, o lateral-esquerdo João Paulo, no clube desde o ano passado, enfim soube aproveitar uma chance devido à contusão do lateral André Santos. Regular durante a partida, fez o terceiro gol do Fla em bonita tabela com Alecsandro, aos 19 minutos do segundo tempo. Depois, quase marcou outro, ao mandar tirambaço no travessão. O único porém foi a bobeada no gol da Cabofriense, aos 30 da segunda etapa, quando perdeu a disputa com Eberson. Mas o saldo foi bem positivo.

Novo susto

Mais uma vez o zagueiro rubro-negro deixou a torcida e o técnico Jayme de Almeida de cabelo em pé. O camisa 4 foi vítima de uma entrada bastante dura que quase o tirou da partida. Mas ele conseguiu voltar a campo, jogou até o fim e não é problema para quarta-feira, contra o Emelec.

Gol mais que perdido

Alecsandro perdeu a chance de ouro de se isolar na artilharia do campeonato. E a bola desperdiçada foi bem no finzinho, aos 45 minutos do segundo tempo. O passe de Nixon foi na medida. O camisa 19 mandou por cobertura, mas a bola foi para fora. Quando perguntado pelo gol perdido, confessou que achava estar impedido no lance e que não bateu como deveria.

Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/03/Brilho-Mugni-choro-Hernane-marcam-triunfo-Flamengo.html