sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CIRINO ACABOU COM O JOGO















Ainda bem que o Flamengo tinha o Marcelo Cirino em noite inspirada, diante do Boavista.






Bem, pelo menos no segundo tempo...





A mais cara contratação do ano fez o primeiro gol e deu o passe para Everton fechar o placar em 2 x 0, em cima do Boavista.





E o Mengão, pra variar, acabou assumindo a liderança do Cariocão.







Marcelo Cirino, o nome do jogo


No primeiro tempo, com Cirino sendo pouco acionado, o Flamengo deu um show de incompetência nas finalizações e poderia ter saído de campo com pelo menos dois ou três gols marcados.





Arthur Maia não foi nada bem. A pior partida dele, desde que chegou ao Flamengo.





Outro que jogou mal foi o Canteros, errando muitos passes.





A má atuação destes dois jogadores atrapalhou bastante para o time furar a retranca bem fechadinha do Boavista.





No segundo tempo, o Flamengo botou o time pra correr e deu a lógica: vitória rubro-negra.





Nada mais a falar desta peladinha que rolou no Maraca (é nosso).





No domingo, nossa próxima vítima será o Madureira.






Ah... Já ia me esquecendo. 





Viram o Thallyson?





Viram como ele bate lateral certinho, bonitinho, dentro da regra?





O orgulho da mamãe...





Mas, não joga nada, nada, nada...





Acabou substituído pelo já "imortal" Leonardo Moura, um dos maiores ídolos da história do Flamengo.





Aliás, o Moicano vai embora, para os Estados Unidos, jogar no timeco do Ronaldo Fofômeno.







SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2015/02/cirino-acabou-com-o-jogo.html

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Joel















          Joel Antônio Martins nasceu em 23/11/1931 e teve duas
passagens pelo Flamengo: a primeira entre 1951 e 1958 e a segunda entre 1961 e
1963, marcando 216 gols em 415 jogos com o Manto Sagrado.


        Ponta-direita driblador, Joel começou a carreira no Botafogo
em 1948 e em 1951 veio para o Mengão realizando o sonho de infância de jogar
pelo Flamengo, seu clube de coração. Com a camisa rubro-negra conquistou o
tricampeonato carioca de 1953-1954 e 1955 e o Torneio Rio-São Paulo de 1961.


         Joel formou o ataque rubro-negro do time que conquistou o
tri carioca junto com Benitez, Esquerdinha, Paulinho, Índio e Zagallo e também
com Dida e Babá( o primeiro a partir de novembro de 1954 e o segundo a partir
de meados  do mesmo ano ). Vale lembrar
que jogadores como Garcia (Chamorrro em 1955), Jadir, Pavão e Servíllo, Jordan,
Dequinha, Rubens e Evaristo de Macedo também foram fundamentais para a
conquista do segundo tri carioca da história rubro-negra sob o comando de
Fleitas Solich.


       No Carioca de 1953, Joel marcou em várias goleadas
rubro-negras: na vitória  contra o
Madureira por 4 a 0 (dois gols de Esquerdinha, um de Joel e outro de Benitez), no
chocolate de 5 a 0 no Bangu (dois gols de Rubens, um de Joel e dois de Benitez,  em outro massacre contra o time de Moça
Bonita: vitória por 7 a 2 (três gols de Índio, dois de Rubens , um de
Esquerdinha e outro de Joel para o Fla) e outro triunfo sobre o Madureira por 5
a 0 (dois gols de Rubens, um de Benitez, um de Joel  e outro de Índio). Na penúltima rodada da
competição, o Flamengo venceu o Vasco por 4 
a 2 com gols de Esquerdinha, Índio e dois gols de Benitez e conquistou o
título carioca .Na última rodada, o Mengão venceu o Botafogo por 1 a 0 , gol de
Rubens , coroando a brilhante campanha na qual o time do Flamengo ganhou  21 jogos e foi  derrotado apenas duas vezes.


No Carioca de 1954, Joel
continuou fazendo gols em goleadas cono chocolate  de 5 a 0 contra o Madureira. O ponta abriu o
placar e Evaristo marcou os outros quatro gols do Flamengo. O Mengão também
venceu o Canto do Rio pelo mesmo placar com dois gols de Rubens, dois de Índio
e um de Joel.


 Evaristo também teve grande atuação no
Campeonato deste mesmo ano e  fez dois
gols na vitória de 3 a 2 contra o Botafogo e Zagallo marcou o terceiro gol
rubro-negro. Joel também atuou bem na goleada de 5 a 1 contra o Bonsucesso
marcando os dois primeiros gols rubro-negros. Evaristo fez outros dois gols do
Mengão e Zagallo fez o quinto do Fla. O Flamengo obteve 19 vitórias em todo o
campeonato, sendo derrotado apenas duas vezes e confirmou o título ao vencer o
Vasco por 2 a 1 (gols de Índio e Paulinho). Na última rodada, com direito a
Carnaval em pleno Maracanã, o Flamengo derrotou o Bangu por 5 a 1 com gols de Benitez, Paulinho, Índio, Evaristo de
Macedo, Edson (contra).


       Joel continuou marcando gols em goleadas no Carioca de 1955.
Vale destacar a vitória de 5 a 1 contra a Portuguesa de virada com dois gols de
Joel, dois de Índio e um de Paulinho e o chocolate de 6 a 1 no Flu (com três
gols de Paulinho, dois de Dida e um de Joel para o Mengão e Didi abrindo o
placar para os Tricolores) Nesse
ano, o Flamengo decidiu o título com o América e venceu o primeiro jogo por 1 a
0, gol de Evaristo;
perdeu por 5 a 1 no segundo e venceu por 4 a 1 na
terceira partida com três gols de Dida e um de Duca, sagrando-se tricampeão
carioca (1953-1954-1955) pela segunda vez em abril de 1956. A conquista do tri
carioca foi uma homenagem ao Presidente Gilberto Cardoso, que morreu de enfarte
provocado pela emoção de ver uma vitória do basquete rubro-negro numa decisão
contra o Sírio no fim de 1955. Mesmo abalados com a morte do grande presidente,
os rubro-negros se empenharam para conquistar o tri carioca.


        Em 1957, junto com Evaristo e Índio, Joel foi convocado para
disputar o Campeonato Sul-Americano pela Seleção e marcou dois gols na vitória
por 7 a 1 contra o Equador.


         Joel disputou ainda as Eliminatórias da Copa de 1958 e o próprio
Mundial da Suécia. Fez parte da Seleção que conquistou a Copa pela primeira vez
junto com Dida, Moacir e Zagallo. Começou a Copa como titular, mas foi
substituído por Garrincha. Dida também começou o Mundial como titular, mas foi
para o banco durante a competição. Dida jogou a primeira partida contra a Áustria
contundido, ficou na reserva de Vavá e viu chances de ser titular com as
entradas de Pelé e Garrincha no time brasileiro.


       No fim de 1958, Joel foi para o Valência.


       Em 1961, Joel voltou ao Flamengo e foi decisivo na conquista
do Torneio Rio São Paulo do mesmo ano. Em uma campanha de altos e baixos, e contando
com craques como Joubert, Jordan, Gérson, Carlinhos, Dida, Henrique Frade e
Joel, o Mengão venceu o São Paulo por 2 a 1 (gols de Dida e Babá) e o Palmeiras
por 3 a 2 (com dois gols de Dida e um de Henrique Frade), mas perdeu para o
Santos, Flu e Bota. Porém, o Flamengo reagiu e venceu a Portuguesa por 2 a 0
(gols de Dida e Babá), o América por 2 a 1 (gols de Carlinhos e Gérson), o
Vasco também por 2 a 1 (gols de Gérson e Babá), o Palmeiras por 3 a 1 ( gols de
Joel, Dida e Gerson ) e o Santos (desfalcado de Pelé ) por 5 a 1 (três gols de
Gerson e dois de Dida). Na final contra o Corinthians, o Flamengo ganhou por 2
a 0, gols de Dida e Joel, sagrando-se campeão do Torneio. Com oito anos, Zico assistiu
à decisão no Maracanã.


      Em, 1963, Joel foi para o Vitória, clube que defendeu até o
ano seguinte.


      Joel trabalhou nas divisões de base do Flamengo nos anos 80
e ajudou a revelar novos talentos como coordenador das peneiras.


       Joel faleceu em janeiro de 2003.


      Queria ter visto Dida e Joel jogando! Muito bom recordar a
carreira de Joel, craque do Flamengo e da Seleção.


Fontes:






Assaf, Roberto e Martins, Clóvis. Almanaque do Flamengo. São Paulo.
Editora Abril : 2001.


          Sander, Roberto. Os
dez mais do Flamengo
. Rio de Janeiro: Editora Maquinária, 2008.




           Vaz, Arturo, Júnior, Celso e Filho, Paschoal Ambrósio. 100 anos de bola, raça e paixão: a
história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária Editora: 2012.



SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2015/02/joel.html

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Numa tarde de Sábado de Carnaval...














No Sábado de Carnaval como este, mas em 2004, o Flamengo faturou mais um título da Taça Guanabara, ao vencer o Fla x Flu da final por 3x2.





O Flamengo havia terminado a primeira fase da Taça Guanabara com uma campanha apenas pro gasto. 3 vitórias, contra Cabofriense, Madureira e TapetenCe, empate contra o Friburguense e derrota de virada contra o America, deixaram o Flamengo apenas com a 2a colocação no grupo B. No grupo A, Vice da Gama e Americano foram os classificados pras semifinais, com 11 pontos cada.





Nas semifinais, deu a lógica. TapetenCe passou pelo Americano e o Flamengo passou fácil pelo Vice da Gama, com Felipe dando um show à parte. 





A final, marcada pro Sábado de Carnaval, foi eletrizante. O Flamengo, que tinha um time em formação, nem era tão favorito, mas a virada sensacional no jogo da primeira fase por 4x3, deixou a torcida com esperanças de título contra os Flores, que tinham como esperança de gols a dupla Romário e EdImundo, o Marginal. 





O Flamengo terminou o 1o tempo na frente, com gol do zagueiro Fabiano Eller, de cabeça. No segundo tempo, empate tricoflor, com gol de Antonio Carlos, com passe do Léo Moura (ele mesmo), e na saída de bola, gol do Jean. Novo empate, um gol contra do zagueiro Henrique, mas 3 minutos depois, Roger, que já tinha feito a festa nos flores fazendo os gols da virada por 4x3 na primeira fase, fez o gol do título numa curva sobrenatural da bola chutada. 





Festa rubro-negra! O Flamengo faturava o primeiro turno e se garantia na final, quando venceria o Vice da Gama e garantindo o título carioca de 2004, o último grande momento do time em 2004, quando iniciou um jejum que só seria quebrado 2 anos depois, com o título da Copa do Brasil 2006.





Vale a pena rever os gols desta vitória (e aproveitando a oportunidade para parabenizar o editor do vídeo abaixo por mais um aniversário)









[PS: Para este que vos escreve, a festa daquele Carnaval não tinha acabado naquele jogo, porque naquela noite, a Unidos de Vila Isabel fez o desfile espetacular que a colocou de volta ao Grupo Especial, de onde nunca deveria ter saído]















SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2015/02/numa-tarde-de-sabado-de-carnaval.html

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Homenagem a Iranildo















        Iranildo Hermínio Ferreira nasceu em 17
/10/1976, teve três passagens pelo Flamengo: a primeira entre 1996 e 2000, a
segunda bem no início de 2001 e a terceira entre 2002 e 2003 e defendeu o
Flamengo em 282 jogos no total, marcando 34 gols.


       Iranildo iniciou a carreira no Madureira e foi
campeão brasileiro pelo Botafogo em 1995 antes de vir para o Flamengo no ano
seguinte.


      Jogador  franzido e rápido, Iranildo  dava velocidade ao
time, mesmo que não fosse titular e entrasse no decorrer dos jogos em alguns períodos
em sua trajetória pelo Mengão. Com o Manto Sagrado, Iranildo conquistou os
títulos cariocas de 1996, 1999 e 2000, a Copa dos Campeões Mundiais em 1997 e a
Copa Mercosul.


      Em 96, o Flamengo foi campeão estadual
invicto. O time formado por Roger (Zé
Carlos), Alcir (Zé Maria), Jorge Luís, Ronaldão, Gilberto, Mancuso, Márcio
Costa, Nélio, Marques (Iranildo), Sávio e Romário ganhou os dois turnos.
 Conquistou a Taça Guanabara, vencendo o
Vasco por 2 a 0.  Iranildo deu lançamento
 para Romário marcar o primeiro gol  e
Sávio fez o segundo aproveitando lançamento de Zé Maria . O Mengão
também venceu a Taça Rio ao empatar com o Vasco na final do turno em 0 a 0. Foi
o quarto título estadual invicto da história do clube de maior torcida do país.


        No ano seguinte, o Flamengo ganhou a Copa dos
Campeões Mundiais. No primeiro jogo da competição o Mengo empatou em 0 a 0 com
o Santos; no segundo, empatou com o São paulo
em 2 a 2 e no terceiro, derrotou o Grêmio por 4 a 2. O Fla decidiu o título
contra o São paulo venceu o jogo
por 1 a 0 (gol de Iranildo).
Apesar de jovem, o time atuou muito bem A zaga — formada por Junior Baiano e Fabiano — se portou de forma impecável
na final. Lúcio e Iranildo também foram destaque na
competição.


      Em 1999, o Flamengo ganhou a Taça Guanabara. O
adversário foi o Vasco, que entrou de salto alto, por achar que ganharia com a
vantagem do empate. Doce ilusão. Não suportaram a raça do maior time do mundo. Athirson — aproveitando o passe de Iranildo numa jogada que fez jus à
tradição rubro-negra pela garra e categoria — abriu o placar no início do jogo
e Romário ampliou com um belo
gol de canhota minutos depois. O adversário ainda diminuiu numa cabeçada de
Odivan e tentou empatar, mas o Mengão soube segurar o resultado. Nada melhor do
ganhar o primeiro turno de forma invicta.


Mas a festa estava só começando: o Mengão
conquistou o Campeonato Estadual, vencendo o Vasco, que tinha ganhado o segundo
turno. No primeiro jogo, o resultado foi 1 a 1 graças ao gol de peixinho de Fábio Baiano e às defesas salvadoras
do goleiro Clemer. No segundo
jogo, Rodrigo Mendes cobrou bem
a falta sofrida por Caio e fez o
gol do título, deixando o goleiro Carlos Germano parado e a torcida rubro-negra
enlouquecida.. Mesmo com os desfalques de Iranildo, Leandro Machado e Romário o time rubro-negro mostrou
muita raça. E ganhar no peito e na raça, honrando as tradições rubro-negras, é
bom demais!! O técnico rubro-negro era Carlinhos.


No mesmo ano,  na
decisão
da Copa Mercosul contra o Palmeiras, o Mengão
venceu o primeiro jogo por 4 a 3. Show de emoção e garra. Juan abriu o placar
para o Flamengo. Júnior Baiano empatou para o time paulista. Asprila virou para
o Palmeiras. Caio empatou e Paulo Nunes fez 3 a 2. Mas era dia do Urubu voar
alto. Caio marcou outro gol e Reinaldo garantiu a vitória rubro-negra no
Maracanã. No segundo jogo na casa dos palmeirenses novo sufoco. Arce pôs o time
alviverde em vantagem. Caio empatou e Rodrigo Mendes virou o jogo com um
golaço. Arce empatou de falta em falha de Clemer e Paulo Nunes marcou o
terceiro do Palmeiras aproveitando lançamento de Zinho. Mas o jovem Lê marcou
com frieza o gol de empate e que deu o título ao Flamengo


Em 2000, o Mengão venceu novamente o Campeonato
Estadual. Nosso maior rival venceu a Taça Guanabara, mas o Flamengo se
recuperou
¾ graças
à volta de Carlinhos ao comando da equipe e à raça e à união do time
¾ e conquistou a Taça Rio ao vencer o
Friburguense por 3 a 1. (Os gols do Fla foram marcados por
Reinaldo, Athirson e Fábio Baiano.)




        Nas finais, o rubro-negro derrotou os vascaínos
por 3 a 0 ¾ gols
de Athirson (em linda jogada) Fábio Baiano (de falta) e Beto (de cabeça) ¾ no primeiro jogo e por 2 a 1 no segundo ¾ gols de Viola para o adversário e de Reinaldo e Tuta para o Mengão em bela virada. Reinaldo foi o vice-artilheiro da competição com 15 gols e Athirson, em grande forma, foi um lateral-esquerdo muito ofensivo, marcando
10 gols, muitos deles em clássicos, sendo o destaque do Flamengo no campeonato.


       No segundo semestre de 2000, Iranildo foi
jogar no Bahia. No início de 2001, Iranildo voltou à Gávea, entrando em algumas
partidas da Taça GB e do Torneio Rio- São Paulo. Mas no mesmo ano, retornou ao
Botafogo e também defendeu o São Caetano.


      Em 2002, Iranildo jogou no clube grego PAOK e
em seguida voltou ao Flamengo, onde ficou até o início de 2003, mas sem ter o mesmo
sucesso da primeira passagem pela Gávea.


       Em 2003, Iranildo se transferiu para o
Brasiliense e também jogou pelo Santa Cruz. No ano seguinte, o jogador voltou
ao time de Brasília, conquistando o título estadual e o Campeonato Brasileiro da
Série B. Iranildo também ajudou o Brasiliense a vencer os Campeonatos
Brasilienses de 2005 e 2006. 




       Em 2006, Iranildo foi jogar no futebol árabe,
defendendo o Al-Jazim. Em 2007, retornou ao Brasil e voltou a vestir a camisa
do Brasiliense, clube onde ficou até 2011, conquistando mais um título estadual
no mesmo ano.


       Em 2011, Iranildo jogou também pelo Luziânia e
pelo Rio Verde (GO). No ano seguinte, defendeu o Ceilândia.


      Em 2013, Iranildo jogou por três clubes:
retornou ao Madureira, defendeu o Palmas e voltou ao Brasiliense.


     Em 2014, o ex-jogador do Flamengo defendeu o
Capital, equipe do Distrito Federal. O nome do time é uma homenagem à banda de
rock brasiliense Capital Inicial.




         Bom recordar a trajetória de Iranildo no
Mengão e vários outros clubes.  

Fontes:

http://www.flamengo.com.br/flapedia/Iranildo_Herm%C3%ADnio_Ferreira

http://www.flaestatistica.com/jogadores.html


Vaz, Arturo, Júnior, Celso e Filho, Paschoal Ambrósio. 100 anos de bola, raça e paixão: a
história do futebol do Flamengo. Rio de Janeiro: Maquinária Editora: 2012.









SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2015/02/homenagem-iranildo.html