quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Jorginho: um dos melhores laterais da história do Flamengo















         Jorge de Amorim Campos, o Jorginho, nasceu em 17/8/1964 e disputou
264 partidas com o Manto Sagrado entre 1984 e 1989, marcando oito gols.


        Formado nas divisões de base do América, Jorginho veio para
o Flamengo em 1984. A partir da chegada de Jorginho ao Mengão, Leandro, o maior
lateral direito da história do clube, 
passou a atuar na zaga devido a problemas no joelho. Jorginho substituiu
Leandro com brilhantismo na lateral-direita rubro-negra, sendo fundamental para
a conquista da Taça GB em 1984 (com gol de Adílio na final contra o Flu), 1988
e 1989, da Taça Rio em 1985 e 1986, do Campeonato Carioca em 1986 e do
Campeonato Brasileiro (Copa União) em 1987.


Em 1986, o Flamengo conquistou o
Campeonato Carioca contando com jogadores como Zé Carlos, Jorginho, Leandro, Mozer
(Aldair), Adalberto, Andrade, Adílio, Zico e Bebeto. Na final da Taça Rio,
Bebeto estufou as redes vascaínas duas vezes na emocionante vitória rubro-negra
por 3 a 2, abrindo o placar com gol de falta e empatando o jogo (gols de
Romário e Dinamite para nosso eterno rival, que chegou a fazer 2 a 1). Júlio
Cesar marcou o gol da vitória e que deu ao Flamengo a vaga na final. Na grande
decisão, Marquinho deu belo passe para Bebeto fazer o primeiro gol e Júlio
César marcou o segundo com direito a frango do goleiro Acácio.


No ano seguinte, Jorginho junto
com Zico, Leandro, Andrade, Leonardo, Bebeto, Renato Gaúcho, Zé Carlos, Zinho,
Edinho e Aílton foi fundamental para a conquista do Tetra Brasileiro. Na dura
semifinal contra o Atlético-MG, Bebeto marcou o gol da vitória rubro-negra por
1 a 0 no Maracanã. O goleiro Zé Carlos também se destacou com defesas difíceis
e importantes nas duas partidas. No eletrizante jogo no Mineirão, Zico jogou no
sacrifício e abriu o placar com um golaço de cabeça. O Galinho lançou Renato
Gaúcho, que tocou para Bebeto fazer 2 a 0 para o Mengão. O Atlético empatou e
Renato Gaúcho fez linda jogada, driblou o goleiro atleticano e garantiu a
classificação do Flamengo para a final contra o Internacional. No primeiro jogo
da decisão no Beira Rio, Renato Gaúcho cruzou para Bebeto marcar de cabeça para
o Mengão. Amarildo empatou para os colorados. No Maracanã, Bebeto mais uma vez
foi decisivo ao aproveitar o passe de Andrade e fazer o único gol do jogo e
levar a taça para Gávea. A CBF demorou a reconhecer nosso quarto título
brasileiro conquistado com tanta raça e talento.


Em 1984 e 1987, Jorginho foi
Campeão Pré-Olímpico pela Seleção. Em 1988, junto com craques como Taffarel (Zé
Carlos), Andrade, Giovani, Careca, Bebeto e Romário, Jorginho fez parte da
Seleção Brasileira que conquistou a medalha de prata nas Olímpiadas de Seul ao
perder para a União Soviética por 2 a 1 na final.


No ano seguinte, Jorginho se
transferiu para o futebol alemão, defendendo o Bayern Leverkusen (1989-1992) e
passando a atuar como meia. Em 1993, Jorginho foi para o Bayern de Munique
(1993-1995), conquistando o Campeonato Alemão em 1994.


No mesmo ano, voltando a jogar na
lateral e junto com ex-companheiros do Flamengo como Bebeto, Zinho, Leonardo e
Aldair, além de Taffarel, Márcio Santos, Branco, Mauro Silva, Dunga, Mazinho, Raí,
e Romário, Jorginho conquistou a Copa do Mundo com a Seleção Brasileira. Na
semifinal contra a Suécia, Jorginho cruzou e Romário marcou o único gol que deu
a vitória ao Brasil, garantindo a vaga  na decisão da competição. Foi inesquecível ver
Baggio chutando a bola para fora na decisão por pênaltis na final contra a
Itália na qual o goleiro brasileiro também brilhou defendendo um pênalti,
garantindo a conquista do tetracampeonato mundial. Foi a primeira Copa que vi o
Brasil ganhar.


 Em 1995, Jorginho foi para o Kashima Antlers,
voltando a trabalhar com Zico. Jorginho fez sucesso no futebol japonês,
conquistando o Bicampeonato da J-League (1996 e 1998) e a Copa do Imperador
(1998).


Jorginho voltou ao Brasil e jogou
no São Paulo (1999), no Vasco , sendo Campeão Brasileiro e da Copa Mercosul em
2000 e encerrou a carreira no Flu em 2001.


Em 2000, Jorginho criou o Bola
Para Frente, projeto social que ajuda crianças carentes dando-lhes acesso ao
esporte (futebol), educação e cultura.


Após encerrar a carreira como
jogador, Jorginho começou a carreira de treinador no América em 2005.


Entre  2006 e 2010 , foi auxiliar de Dunga na Seleção,
conquistando os títulos da Copa América (2007) e da Copa das Confederações
(2009).  Na Copa de 2010, a Seleção foi
eliminada nas quartas de final.


Em 2010, Jorginho treinou ainda o
Goiás por um breve período. Em 2011, o ex-jogador fez um bom trabalho no comando
do Figueirense. Em 2012, treinou o Kashima Antlers conquistando a Copa Suringa
e a Copa da Liga Japonesa.


Em 2013, Jorginho treinou o
Flamengo por três meses. No entanto, não teve muito sucesso no comando da
equipe no Carioca e no Brasileiro, sendo substituído por Jayme de Almeida. No
mesmo ano, foi treinador da Ponte Preta.


Em 2014, Jorginho treinou o
Al-Nasir e atualmente treina a Chapecoense.


Obrigada por tudo que você fez
pelo Flamengo e pela Seleção, Jorginho! Boa sorte no seu projeto social e em
sua carreira de treinador!


Fontes:


Filho,
Paschoal Ambrósio. 6X Mengão. Rio de
Janeiro: Editora Maquinária, 2010.






     Vaz, Arturo e Júnior, Celso. Acima de tudo rubro-negro: a história do C. R Flamengo. Rio de Janeiro: Paju Editora, 2008.

















SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2014/11/jorginho-um-dos-melhores-laterais-da.html

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Confira a coletiva de Luxemburgo nesta segunda-fera.









A pressão continua grande, mas é encarada com muito mais alegria no Flamengo. Com a vitória por 3 a 0 sobre a Chapecoense, Vanderlei Luxemburgo decretou o fim da "zona da confusão" para o Rubro-Negro no Campeonato Brasileiro e colocou foco total na Copa do Brasil. Na quarta-feira, o rival será o Atlético-MG, em partida que definirá um dos finalistas da competição nacional. E o treinador se mostrou à vontade diante da tensão que precede um jogo decisivo.

Com a principal missão do ano quase que matematicamente cumprida, com a permanência do Fla na Série A, Luxa disse que agora o clube vive uma realidade da qual está acostumado: a disputa por títulos. O treinador, entretanto, tirou o peso de uma possível eliminação e lembrou que a competição em mata-mata é um extra para um time que até pouco mais de três meses atrás sofria na lanterna do Brasileirão.

- Essa é a cobrança gostosa, por disputa de título. Saímos da confusão e temos a possibilidade de ter um bônus em um ano que começou muito ruim e poderia não ter nada. Evitamos a Segunda Divisão e podemos disputar uma final. Essa é uma cobrança de pertence a times grandes - comemorou.

Para o duelo com o Galo, Luxa ainda não sabe se poderá contar com Everton e Gabriel. Com problemas musculares, a dupla será reavaliada na terça-feira para saber se terá condição de viajar para Belo Horizonte. Léo Moura, por sua vez, já está vetado.

- Tudo para vocês é mistério (risos). Vamos ver na terça-feira com mais clareza. Tivemos apenas uma revisão médica. Depois, vamos ver quem pode viajar ou não. Vamos fazer o que precisa ser feito e aguardar o procedimento normal. Temos que ter a tranquilidade.

Com a vitória por 2 a 0 no jogo de ida, o Flamengo pode perder até por um gol de diferença que estará na decisão da Copa do Brasil pela sétima vez na história. O duelo com o Galo está marcado para quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Mineirão.

Confira a íntegra da coletiva de Vanderlei Luxemburgo:

Volta por cima no Brasileirão

Quero fazer um agradecimento especial aos jogadores, que, quando cheguei, eram um grupo desacreditados e vistos como sem qualidade. Mas se uniram, trabalharam e avançaram no Brasileiro. Estão de parabéns. E também a torcida, que foi fantástica desde o primeiro dia. Abraçaram a equipe e foram o centroavante durante todos os jogos. Contra a Chapecoense, foram 30 mil pessoas depois de um jogo decisivo na rodada anterior por uma competição diferente. Estão de parabéns.

Reflexos do fim da confusão

É fundamental não só pela Copa do Brasil, mas pelo Flamengo. Hoje, está sossegado, mas a cobrança era muito forte. Falei que posso garantir que saímos da confusão porque colocamos nove pontos de vantagem. Temos seis jogos e talvez até os 43 pontos sejam suficientes. O time está de parabéns.

Mistério na escalação

Nada a ver. Isso é coisa que se fala muito, de mistério, isso, aquilo... É tudo para dar uma confusãozinha. Mas você acha que o Levir não sabe quem pode jogar? Tudo que acontece aqui no Rio passa em Minas, tudo que acontece em Minas passa no Rio. Com certeza o Levir sabe o que vou fazer, e eu sei o que Levir vai fazer.

Copa do Brasil salva o ano?

O futuro do Flamengo, com certeza, era o Brasileiro. Se o Flamengo estivesse complicado, ia comprometer o ano que vem. A Copa do Brasil é o bônus. Vamos nos preparar dentro da nossa realidade. Todos os times estão tendo jogadores lesionados, o calendário é apertado, tudo se decide em três meses e meio, são 20 e poucos jogos, e nenhum ser humano consegue. Tem que ser mágico ou ter um elenco grande e com qualidade, como o Cruzeiro. É preciso ter prevenção e recuperação, que são importantíssimos nos dias de hoje.

Galo tem um time mais técnico?

Antigamente, tinha muito mais time bom. Era mais difícil. Era a Academia do Palmeiras, o time do Pelé, o Botafogo... Hoje é um pouco mais diferente. Não se consegue ter equipes equilibradas no mesmo nível de competição, mas o único esporte coletivo onde o mais fraco pode ganhar do mais forte é o futebol. Cria essa possibilidade. Mas gostaria que o futebol tivesse os times de antigamente, em todos os lugares eram grandes jogos.

Padrão tático do Fla

É importante o técnico identificar a qualidade do jogador e montar uma maneira de jogar. Descobri três possibilidades táticas e vario, mas a concentração desse grupo em busca do resultado que é o ponto forte.

Como administrar a vantagem?

O Flamengo tem que jogar o segundo jogo de 90 minutos para dar 180. Estamos preparados para dois jogos decisivos. Ao término, vamos ver o que vai acontecer.

Árbitro Anderson Daronco

Sem problemas. Achei que o jogo passado não foi tecnicamente bonito, mas o árbitro passou em branco. Um lance ou outro foi falado, mas é importante que não interfira.

Pressão extracampo

Isso é normal, estamos acostumados com fogos, barulhos... Estamos tranquilos. É coisa que acontece, e tudo que acontece fora de campo é o antes. A coisa é resolvida dentro de campo. Ali, são 11 contra 11. Tudo o que acontece antes não ganha jogo, só o que se produz no jogo.

Histórico de viradas do Galo

Essas coisas não são eternas. Futebol não existe dado eterno. Claro que é um time que criou uma característica, é mais complicado no Independência, e criou essa coisa. Mas não é uma coisa que vai ser eterna. Não temos que jogar contra isso. Temos que jogar contra o Atlético-MG os 90 minutos. Se fizerem por merecer e saírem classificados, aconteceu. Mas não temos que jogar contra isso, temos que jogar esse jogo.

Catimba do Atlético-MG

Prefiro criar expectativa para o jogo maravilhoso, não em cima de provocações. Antigamente, a provocação era pior. Hoje em dia, com a filmagem de tudo, o sujeito vai até preso. São coisas que não ajudam em nada ao futebol.


Fonte: GE


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/11/confira-coletiva-de-luxemburgo-nesta-segunda-feira.html

Missão cumprida sem ‘confusão’.









Mais um ano na reta final, o segundo ano da gestão índigo Rubro-Negra. Ao longo destes 2 anos o Flamengo realizou uma mudança muito importante em relação à economia, mas ao mesmo tempo que adotaram um programa econômico com foco em sanear anos de dívidas, o Mais Querido dá marcha ré em assuntos relacionados ao torcedor e programas de relacionamento.

Como contraponto aos acertos na administração financeira, algumas antigas práticas não modificaram. Percebemos um ideal anti-democrático, onde prevalece apenas o favorecimento do clube, e não vê no maior patrimônio da instituição, o investidor que facilmente tiraria o Flamengo de vez da situação temerária que se desenhou ao longo das últimas décadas.

Sem contratações ousadas, o Flamengo que levantou as taças da Copa do Brasil 2013 e Carioca 2014, é o mesmo Flamengo que passou todo intervalo da Copa do Mundo na lanterna do Brasileirão. Nessa montanha russa rubro-negra uma coisa não mudou: o apoio do torcedor.

Novamente uma temporada praticamente vivendo dentro da ‘confusão’ nas quatro linhas, uma decisão importante foi tomada pela atual direção: entregar o futebol rubro-negro a quem saberia resolver o problema. E assim foi feito, em agosto, quando Vanderlei, que é ‘local’ na Gávea, chegou com toda sua atitude e conhecimento do que ele entende: futebol.

E conforme objetivo dado a ele, assim se fez: tirou o time da zona da degola e trilha hoje muito bem uma Copa do Brasil, com grandes possibilidades de levantar o caneco.

Essas decisões evidenciam a conflitante tomada de decisões. Fica claro que o Mais Querido ainda é dependente do futebol, e de resultados para que o torcedor possa ser fidelizado.

Desde que o futebol está no comando de um técnico que, sem ingerência externa, vem executando um trabalho à sua maneira, os resultados em campo trazem beneficios a tiracolo: bilheterias, Sócios Torcedores, venda de camisas, dentre tantas outras possibilidades de fomentar receitas através do carro-chefe.

Mas, programas de fidelização não deveriam ser independentes das quatro linhas?

Para manter o ritmo de crescimento de programas como o sócio torcedor, é urgente que se desenvolva novas ideias para que o clube não permaneça refém de resultados em campo. Angariar novos adeptos do programa nos grandes momentos do clube é uma forma de alcançar números importantes, todavia, muitos destes o deixam logo em seguida. Mais que trazer o torcedor, é preciso mantê-lo. E isso não pode estar apenas na responsabilidade de técnicos, elencos e títulos.

Temos o maior clube do mundo, com potencial, e com um patrimônio (torcedor) disposto a fazer o que for preciso. Mas para isso é preciso ter criatividade. As estratégias de marketing para obtenção de retorno financeiro ainda permanecem apenas na expectativa. E o programa que poderia ser a “salvação da lavoura” ainda não atingiu seu ponto máximo.

A necessidade de resultados, de soluções inteligentes, de parcerias inovadoras e da fidelização do torcedor é crucial para alavancar de vez um projeto com tantas possibilidades.

É hora de aproveitar o bom momento alcançado no futebol, que por muitos meses foi colocado como dúvida em 2014. Reconhecer erros e acertos e, principalmente, ter em mente que ainda estamos em meio à mudança. Portanto, o trabalho deve continuar. Assim como meta estabelecida para que o técnico tirasse o time da ‘confusão’, é preciso estabelecer objetivos às demais estruturas dentro do clube para que a máquina não pare de girar.

Reestruturação, metas e crescimento. É preciso olhar para dentro e saber onde podemos seguir crescendo.


Fonte: Falando de Flamengo


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/11/missao-cumprida-sem-confusao.html

Inacreditável.









Na quinta-feira passada, um dia após a vitória do Flamengo sobre o Atlético Mineiro por 2 x 0, os rubro-negros estavam eufóricos com o resultado e preocupados com a possível ausência de Everton no segundo jogo, em função de um problema muscular ocorrido exatamente neste primeiro jogo. Reproduzo agora, a última mensagem, no Blog de quinta-feira passada, dirigida por mim ao treinador Vanderlei Luxemburgo: “E por falar em Vanderlei… ALÔ VANDERLEI!!! DOMINGO, CONTRA A CHAPECOENSE, RESERVAS E JUNIORES DO GOLEIRO AO PONTA ESQUERDA!!! NADA DE DAR SOPA PARA O AZAR!!! Por favor“.

Ontem, ao ser informado da escalação do Flamengo, confesso que fiquei transtornado. O sinal já fora dado pela contusão de Everton. Final de temporada, stress para não cair no Campeonato Brasileiro, stress pelos jogos que são todos decisivos na Copa do Brasil… Nervos à flor da pele e músculos prontinhos para estourar… O jogo era contra a, com todo respeito, Chapecoense, no domingo e, já na quarta-feira seguinte, a decisão no Mineirão. Parece que São Judas havia programado os jogos. Que adversário melhor do que este e, com o Flamengo jogando em casa, para se poupar jogadores importantes? A prova disso é que o jogo de ontem foi definido por jogadores reservas, como Anderson Pico e Nixon que, somados os vencimentos destes dois jogadores no Flamengo, deve dar a folha do time da Chapecoense. Deveriam ter sido poupados neste jogo, no mínimo, Paulo Vitor, Leonardo Moura, Samir e Gabriel. Os motivos são tão óbvios que seria chamar o leitor de idiota se fosse explicar. O resultado da desastrada escolha todos também já sabem. A escalação de Leonardo Moura, que saiu contundido, pela idade, movimentação e quantidade de jogos, foi criminosa. E a de Gabriel, a outra baixa,  foi dar um tiro à queima roupa na principal esperança do torcedor rubro-negro para a decisão de quarta-feira.

Este fato me remete a passado não tão distante, quando na véspera de um jogo internacional importantíssimo fui procurado pelo competente e atento supervisor Isaias Tinoco para comunicar que o nosso treinador planejava algo estapafúrdio. Chamei o treinador e disse que a escalação era incumbência dele, porém a filosofia era minha e não abriria mão disso. Ele aceitou a ponderação. O final do filme foi uma vitória importantíssima em uma competição internacional, seguida pela conquista de outro campeonato, quatro dias depois.  O que eu quero dizer com isso? Que é coisa do passado deixar as decisões importantes exclusivamente por conta de uma pessoa, no caso, o treinador. Que dialogar é fundamental. Lamentável que nenhum dirigente tenha intercedido e que os que rodeiam Vanderlei no futebol tenham sido omissos. Tomara que São Judas esteja de plantão, e que Gabriel e Leo Moura joguem depois de amanhã.

Vanderlei teve um raro momento de falta de sensibilidade e, os que o rodeiam, de falta de conhecimento de causa, de omissão ou, das duas coisas juntas.


Fonte: Blog do Kleber Leite


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/11/inacreditavel.html