domingo, 27 de julho de 2014

Deu tudo errado.









A chegada da Chapa Azul à presidência do Flamengo, no começo do ano passado, foi saudada por muita gente como um marco na modernização do futebol brasileiro. Ela era formada por um grupo de executivos e empresários bem-sucedidos que pregava a profissionalização na gestão do clube, a descentralização do poder e, como regra pétrea, o pagamento de impostos e salários em dia. Depois de décadas de gestões irresponsáveis e desatinos financeiros na Gávea, era um alento. De imediato, grandes ídolos do passado manifestaram seu apoio. Zico e Junior, além de boa parte dos ex-presidentes, se engajaram na campanha. Um ano e meio depois, no entanto, nada saiu como o esperado e a decepção é do tamanho da torcida rubro-negra. Principal razão de ser do clube, o futebol vai muito mal, com o time estacionado na lanterna do Campeonato Brasileiro. Na parte administrativa também não há o que comemorar. Os salários dos jogadores estão atrasados, pois uma dívida de 85 milhões de reais com o Banco Central contraída na década de 90 pôs o clube no Cadin (cadastro informativo de créditos não quitados do setor público federal), o que bloqueou a entrada da verba de patrocínio de instituições públicas.

"É o momento mais difícil desde que assumimos, mas estamos no caminho certo. Vamos sair fortalecidos dessa fase", aposta o presidente Eduardo Bandeira de Mello, ex-diretor do BNDES.

Apesar da retórica progressista, os dirigentes lançam mão de práticas que remetem ao que há de mais arcaico no mundo da bola. Tão decantado no início, o planejamento profissional ficou no terreno das promessas (veja o quadro), como mostra a ciranda de treinadores na Gávea.

O recém-chegado técnico Vanderlei Luxemburgo é o sexto nome a ocupar o cargo desde que a administração atual assumiu o poder. Seu antecessor, Ney Franco, foi demitido na quarta passada (23), após sete jogos no comando do time. Outra peça-chave do clube, o diretor executivo de futebol, Felipe Ximenes, foi pivô de um episódio exemplar dos desencontros que marcam o departamento.

Na manhã de terça passada (22), o lateral André Santos, que havia sido agredido por um grupo de torcedores após a goleada para o Inter no domingo, deu entrevista dizendo que Ximenes o demitira. Minutos depois, o diretor afirmou que não sabia nada a respeito. No fim da tarde, o clube emitiu um comunicado negando a rescisão. Não seria a primeira demissão atrapalhada desta gestão. Campeão da Copa do Brasil e do Estadual, o treinador Jayme de Almeida soube pelo noticiário que estava desempregado.

No fim do ano passado, o próprio André Santos foi protagonista de um episódio que dá bem a dimensão dos erros primários cometidos. Apesar de suspenso, o lateral foi escalado para enfrentar o Cruzeiro na última rodada do Campeonato Brasileiro. Resultado: o clube foi punido com a perda de 4 pontos e só não despencou para a segunda divisão porque a Portuguesa cometera falha semelhante e acabou rebaixada. Em meio à crise, vale a máxima segundo a qual o último a sair que apague a luz. Nada menos que dez dos 24 jogadores atualmente sob contrato estão negociando para deixar o clube.

"Gosto do trabalho feito na área financeira, mas eles não entendem bulhufas de futebol e são de uma arrogância incompreensível. Não aceitam conversar com ninguém", reclama o ex-presidente Marcio Braga.

Arrogância é o termo mais ouvido na sede quando o assunto são os dirigentes rubro-negros. Apesar de propalar uma gestão transparente, embasada na publicação de um balancete detalhado e digno de elogios, a diretoria sofre críticas de membros dos conselhos deliberativo e fiscal, que reclamam não ter seus ofícios e indagações respondidos. Por sua vez, Bandeira de Mello diz que todas as decisões são tomadas em colegiado com seus vices. Aparentemente salutar, o modelo do conselho gestor é outro motivo de revolta. As queixas dão conta de falta de comando. Na última segunda (21), os ex-presidentes distribuíram uma carta aos sócios exigindo mudanças no futebol e entregaram uma cópia nas mãos do titular do cargo. Como último recurso, um impeachment não está descartado.

"Eles estão pagando a dívida, é verdade, mas para isso se desfizeram de pelo menos 60 milhões de reais em direitos econômicos de jogadores", critica Leonardo Ribeiro, porta-voz da oposição.

"Negociaram o imóvel no Morro da Viúva e ainda assim atrasam salário porque comprometeram 7 milhões de reais mensais para o pagamento de dívidas, uma soma muito maior do que aquela com que podiam arcar."

Oxalá a novidade trazida pela Chapa Azul não acabe em um inédito rebaixamento.

Fonte: VEJA


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/07/Deu-tudo-errado.html

Meia paraguaio deixa o Flamengo e acerta com o Olímpia.









Tido com uma das promessas do futebol paraguaio, o meia Diego Fabián encerrou sua passagem pelo Brasil.

O jogador surgiu bem na base do Cerro Porteño e, com apenas 16 anos, acabou sendo contratado pelo Grêmio. Após três anos no Tricolor Gaúcho, acertou em 2013 com o Flamengo.

Em uma temporada pelo Rubro-Negro, não conseguiu se destacar no time de juniores e não teve seu contrato renovado ao fim deste primeiro semestre.

Sem sucesso no futebol brasileiro, o jovem de 20 anos retornou recentemente ao Paraguai, onde é o novo reforço do Olímpia para a disputa do campeonato nacional.

Fonte: lanceativo


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/07/Meia-paraguaio-deixa-Flamengo-acerta-Olimpia.html

Vale a Pena Ver de Novo - Há 3 anos, um certo 5x4.














Neste 27 de julho, há exatos 3 anos, aconteceu um dos jogos mais incríveis da história do Brasileirão. A sensacional virada do invicto Flamengo contra o campeão da Libertadores em pleno poleiro da Vila Belmiro.





O placar e os gols dizem por si só. Vamos rever.












SRN

Fonte: http://flamengoeternamente.blogspot.com/2014/07/vale-pena-ver-de-novo-ha-3-anos-um.html

sábado, 26 de julho de 2014

Ídolo do Flamengo, Rondinelli comemora 60 anos.









O ex-zagueiro Rondinelli comemorou neste sábado seu 60º aniversário em um condomínio da Tijuca, Zona Norte do Rio, com a presença de vários ex-companheiros, principalmente do Flamengo, onde surgiu e fez fama.

Natural de São José do Rio Pardo, interior paulista, o craque defendeu o clube da Gávea como profissional em 196 partidas, entre 1971 e 1981, marcando 14 gols, entre os quais o da vitória de 1 a 0 sobre o Vasco, que deu ao Rubro-Negro o título carioca de 1978, ponto de partida para as conquistas do Brasileiro de 1980 e da Libertadores e do Mundial de 1981.

Rondinelli recebeu diversas homenagens, a mais significativa de Evaristo de Macedo, ex-atacante de Barcelona, Real Madrid e do próprio Flamengo nas décadas de 1950 e 1960.

- Aprendi desde cedo que o jogador que veste a camisa rubro-negra tem que mostrar garra e amor à torcida. Caso contrário, é melhor ir embora - disse o "Deus da Raça" emocionado, ao agradecer a presença de todos.

Rondinelli também defendeu o Corinthians e o Vasco e encerrou a carreira em 1988, no Goiás.

Fonte: Lancenet


SRN

Fonte: http://www.noticiasfla.com.br/2014/07/Idolo-Flamengo-Rondinelli-comemora-60-anos.html